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28 maio, 2016

Pétala nº 1463

“A sabedoria mais fina é a que distingue imagens no invisível.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Em teu ventre”, Ed. Quetzal, 2015

26 maio, 2016

Pétala nº 1461

“Como qualquer ferramenta, também a tristeza tem um uso próprio.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Em teu ventre”, Ed. Quetzal, 2015

16 abril, 2016

Pétala nº 1421

“Uma mentira, fina com um cabelo, perturba para sempre a ordem do mundo.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Em teu ventre”, Ed. Quetzal, 2015

14 abril, 2016

Pétala nº 1419

“Uma mentira, mesmo que transparente, perturba o entendimento que os outros têm da realidade, leva-os a acreditar que é aquilo que não é.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Em teu ventre”, Ed. Quetzal, 2015

12 abril, 2016

Pétala nº 1417

“Uma mentira baralha tudo aquilo em que toca, desequilibra o mundo. É por isso que uma mentira precisa sempre de mentiras novas para se suster.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Em teu ventre”, Ed. Quetzal, 2015

14 março, 2016

Pétala nº 1388

“A morte de uma criança é sinal de ingratidão de Deus.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Galveias, Ed. Quetzal, 2014

12 março, 2016

Pétala nº 1386

“O destino não tem consciência, só ingratidão.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Galveias, Ed. Quetzal, 2014

10 março, 2016

Pétala nº 1384

“Todos temos um lugar onde a vida se acerta.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Galveias, Ed. Quetzal, 2014

06 março, 2016

Pétala nº 1380

“Para escrever um texto literário, é absolutamente essencial escrevê-lo.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

04 março, 2016

Pétala nº 1378

“Se te quiserem convencer de que é impossível, diz-lhes que impossível é ficares calado, impossível é não teres voz.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

02 março, 2016

Pétala nº 1376

“Uma única vida é pouco. O rosto é demasiado rápido a mudar nas fotografias.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

29 fevereiro, 2016

Pétala nº 1374

“Uma única vida é pouco. Para se fazer aquilo que se sabe, se pode, se quer e se deve fazer é preciso deixar muitas outras coisas para trás.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

27 fevereiro, 2016

Pétala nº 1372

“Confiamos demasiado na nossa memória. Confiamos demasiado em papéis escritos e em cicatrizes.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

25 fevereiro, 2016

Pétala nº 1370

“Assistirmos ao sofrimentos do nosso filho é estarmos em carne viva por dentro, é não termos pele, é um incêndio a arder no mundo inteiro, mesmo no mundo inteiro.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

23 fevereiro, 2016

Pétala nº 1368

“Aquilo em que queremos acreditar corre no nosso sangue, é o nosso sangue”. 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

21 fevereiro, 2016

Pétala nº 1366

“Só temos uma única vida. E foi-nos dado um corpo sem respostas.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

19 fevereiro, 2016

Pétala nº 1364

“… somos todos iguais na fragilidade com que percebemos que temos um corpo e ilusões.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

16 fevereiro, 2016

Pétala nº 1361

“Ser pai não é apenas saber, ser pai é compreender.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Abraço”, Ed. Quetzal, 2011

13 dezembro, 2015

Pétala nº 1296

“Os livros que tenho nas estantes formam um desenho de mim: o que quero lembrar e o que não quero esquecer.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Livro”, Ed. Quetzal, 2010

11 dezembro, 2015

Pétala nº 1294

“Se desconfiarmos de nós próprios, desconfiamos sempre dos outros.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Livro”, Ed. Quetzal, 2010