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04 novembro, 2017

Pétala nº 1989

"A arte pertence a toda a gente e a ninguém. A arte pertence a todo o tempo e a nenhum tempo. A arte pertence àqueles que a criam e àqueles que a usufruem. A arte é o murmúrio da História, ouvido sobre o ruído do tempo. A arte não existe pela arte: existe pelas pessoas.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

02 novembro, 2017

Pétala nº 1987

“Se virássemos costas à ironia, ela petrificaria em sarcasmo. E de que serviria então? O sarcasmo era ironia que tinha perdido a alma.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

31 outubro, 2017

Pétala nº 1985

“Esperamos demasiado do futuro – na esperança de que ele se oponha ao presente.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

29 outubro, 2017

Pétala nº 1983

“Não podemos fugir ao nosso destino.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

27 outubro, 2017

Pétala nº 1981

“A música foge às palavras: é esse o seu propósito e a sua majestade.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

28 dezembro, 2014

Pétala nº 946

“Há dois géneros essenciais de solidão: a de não termos encontrado ninguém a quem amar, e a de termos sido privados da pessoas que amávamos. A primeira é pior.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

26 dezembro, 2014

Pétala nº 944

“… nem todos dão valor ao amor conjugal. Alguns veem nele timidez, outros possessividade.”

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

24 dezembro, 2014

Pétala nº 942

“… o facto de alguém estar morto pode querer dizer que não está vivo, mas não quer dizer que não exista.”

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

22 dezembro, 2014

Pétala nº 940

“A memória – o arquivo da mente – falha.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

20 dezembro, 2014

Pétala nº 938

“Os desgostos não se explicam uns aos outros, mas podem coincidir.” 

 Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

18 dezembro, 2014

Pétala nº 936

“O desgosto é uma condição humana e não médica e, se há comprimidos para nos ajudar a esquecê-lo – e tudo o resto – não há comprimidos para o curar.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

16 dezembro, 2014

Pétala nº 934

“Mas. É uma palavra que a vida nos impõe mais vezes do que desejamos, mais vezes do que imaginamos.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

14 dezembro, 2014

Pétala nº 932

“… o amor é o ponto onde se encontram a verdade e a magia.” 

 Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

12 dezembro, 2014

Pétala nº 930

“Todas as histórias de amor são potenciais histórias de dor. Se não no princípio, depois. Se não para um, para o outro. Às vezes para ambos.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

10 dezembro, 2014

Pétala nº 928

“Juntamos duas pessoas que ainda não se tinham juntado; e às vezes o mundo transforma-se, outras vezes não.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

08 dezembro, 2014

Pétala nº 926

“Juntamos duas coisas que ainda não se tinham juntado; e umas vezes resulta, outras vezes não.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

06 dezembro, 2014

Pétala nº 924

“Juntamos duas coisas que ainda não se tinham juntado. E o mundo transforma-se.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

03 dezembro, 2014

Pétala nº 921

“Há dois géneros essenciais de solidão: a de não termos encontrado ninguém para amar, e a de termos sido privados da pessoa que amávamos. A primeira é pior.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

01 dezembro, 2014

Pétala nº 919

“… nem todos dão valor ao amor conjugal. Alguns veem nele timidez, outros possessividade.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

29 novembro, 2014

Pétala nº 917

“O facto de alguém estar morto pode querer dizer que não está vivo, mas não quer dizer que não exista.”

 Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013