“ «Simpatizar com pessoas» é muitas vezes uma fraude como outra qualquer.” PHILIP ROTH, escritor americano (1933- ), in “O escritor fantasma”, Ed. D. Quixote, 2017
“Se a dor fosse apenas a expressão de outra coisa, seria uma maravilha. Mas infelizmente a vida não está organizada dessa forma tão lógica. A dor adiciona-se a tudo.”
Philip Roth, escritor americano (1933-), in “A lição de anatomia”, Ed. D. Quixote, 2015
“…compreender as pessoas não tem nada a ver com a vida. O não as compreender é que é a vida, não compreender as pessoas, não as compreender, e depois, depois de muito repensar, voltar a não as compreender. É assim que sabemos que estamos vivos: não compreendemos.”
Philip Roth, escritor norte-americano (1933-), in “Pastoral americana”, Ed. D. Quixote, 1999
“Falemos um pouco mais da morte e do desejo – compreensivelmente quando se envelhece um desejo desesperado – de iludir a morte, de lhe resistir, de recorrer a todos os meios para se ver a morte de qualquer forma desde que não com clareza.”
Philip Roth, escritor norte-americano (1933-), in “Pastoral americana”, Ed. D. Quixote, 1999
“O homem que tem o domínio das palavras, o homem que toda a sua vida inventa histórias, acaba, depois de morto, por ser lembrado, quando muito, por uma história inventada a seu respeito.”
Philip Roth, escritor norte-americano (1933-), in “O fantasma sai de cena”, Ed. D. Quixote, 2008
“Quando somos novos, o que interessa é a parte de fora do corpo, o nosso aspecto exterior. Quando envelhecemos, o que interessa é o que está cá dentro, e deixamos de nos preocupar com a aparência.”
Philip Roth, escritor norte-americano (1933-), in “O animal moribundo”, Ed. D. Quixote, 2006