Mostrar mensagens com a etiqueta Pensamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pensamento. Mostrar todas as mensagens

31 dezembro, 2017

Pétala nº 2045

“Foi assim que a escola me ajudou: forçando-me a pensar ao contrário dos meus próprios pensamentos.” 

Rubem Alves, teólogo, pedagogo, poeta e filósofo brasileiro (1933-2014)

12 setembro, 2017

Pétala nº 1936

“O pensamento é energia pura.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

09 maio, 2017

Pétala nº 1810

“Na solidão… aprendi que o pensamento corta como uma tesoura e é precioso como ouro lavado.”

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

11 setembro, 2016

Pétala nº 1569

“Sei que só há uma liberdade: a do pensamento.” 

Antoine de Saint-Exupéry, piloto e escritor francês (1900-44)

17 agosto, 2016

Pétala nº 1544

“É a qualidade dos nossos pensamentos que determina a qualidade da nossa vida.” 

Vera Peiffer, psicóloga e psicoterapeuta inglesa (1953-), in “Pensamento positivo”, Ed. Presença, 1996

31 dezembro, 2015

Pétala nº 1314

“Não existe o bom e o mau: é o pensamento que os faz assim.” 

William Shakespeare, poeta e dramaturgo inglês (1564-1616)

25 março, 2015

Pétala nº 1034

“Os pensamentos são mutáveis e mortais. Como todas as coisas na Terra.” 

Yasmina Reza, escritora francesa (1959-), in “Felizes os felizes”, Ed. Quetzal, 2014

27 maio, 2014

Pétala nº 730

“O deserto é o lugar onde surgem as miragens, onde se desencadeiam os pensamentos, onde se manifestam os demónios.”
 
Susanna Tamaro, escritora italiana (1957-), in “Todo o anjo é terrível”, ed. Presença, 2013

21 fevereiro, 2014

Pétala nº 635

“Os olhos dos outros as nossas prisões; os seus pensamentos as nossas jaulas.”

Virginia Woolf, escritora inglesa (1882-1941), in “Contos – Um romance que não foi escrito”, Ed. Relógio d’Água, 2004

17 fevereiro, 2014

Pétala nº 631

“... qualquer objecto se mistura tão perfeitamente com a matéria do pensamento que perde a sua forma real e se reconstitui de modo ligeiramente diferente numa forma ideal que assombra a mente quando menos se espera.”
 
Virginia Woolf, escritora inglesa (1882-1941), in “Contos – Objectos sólidos”, Ed. Relógio d’Água, 2004