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03 dezembro, 2021

Pétala nº 3399

Estou triste, mas a vida continua a interessar-me.” 

ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA, escritor português (1927-2008), in “O riso de Deus”, Ed. Presença, 1994




(foto net)

05 outubro, 2012

Pétala nº 129

“É tão bom estar contigo como ter saudades tuas.”
 
António Alçada Baptista, escritor português (1927-2008), in “O riso de Deus”, Ed. Presença, 1994

25 setembro, 2012

Pétala nº 119

“A fome e a violência são absurdos de tal modo estampados na cara do mundo que, quem a isso não é sensível, é porque não se chegou a integrar na espécie humana.”
 
António Alçada Baptista, escritor português (1927-2008), in “O riso de Deus”, Ed. Presença, 1994

21 setembro, 2012

Pétala nº 115

“… a gente vai aprendendo, aprendendo e, quando já está quase a saber quase tudo, morre…”

António Alçada Baptista, escritor português (1927-2008), in “O riso de Deus”, Ed. Presença, 1994

10 setembro, 2012

Pétala nº 104

“Atrás do universo e da vida humana permanece um imenso mistério e as soluções dos homens foram sempre precárias e, para remediar uns males, sempre juntaram outros.”

António Alçada Baptista, escritor português (1927-2008), in “O riso de Deus”, Ed. Presença, 1994

01 setembro, 2012

Pétala nº 95

“Dizem que os pobres têm outra sabedoria”.

António Alçada Baptista, escritor português (1927-2008), in “O riso de Deus”, Ed. Presença, 1994

12 agosto, 2012

Pétala nº 75

“A letra de Deus nem sempre é decifrável e ninguém conhece a língua em que escreveu a alma humana."

António Alçada Baptista, escritor português (1927-2008), in “O riso de Deus”, Ed. Presença, 1994