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21 fevereiro, 2019

Pétala nº 2462

“Para que serve o arrependimento, se isso não muda nada do que se passou? O melhor arrependimento é, simplesmente, mudar.” 
JOSÉ SARAMAGO, escritor português (1922-2010) 
Prémio Nobel de Literatura, 1998

08 novembro, 2018

Pétala nº 2357

“O tempo das verdades plurais acabou. Vivemos no tempo da mentira universal. Nunca se mentiu tanto. Vivemos na mentira, todos os dias.” 
JOSÉ SARAMAGO, escritor português (1922-2010) 
Prémio Nobel de Literatura, 1998

03 outubro, 2018

Pétala nº 2321

“Uma pitada de poesia é suficiente para perfumar um século inteiro.” 
JOSÉ SARAMAGO, escritor português (1922-2010) 
Prémio Nobel de Literatura, 1998

29 julho, 2018

Pétala nº 2255

“O grande problema do nosso sistema democrático é que permite fazer coisas nada democráticas democraticamente.” 
JOSÉ SARAMAGO, escritor português (1922-2010) 
Prémio Nobel da Literatura, 1998

30 agosto, 2017

Pétala nº 1923

“A palavra deixou de ter conteúdo e de ter qualquer coisa dentro; é pronunciada com uma leviandade total."

José Saramago, escritor português (1922-2010) 
Prémio Nobel de Literatura, 1998

10 junho, 2016

Pétala nº 1476

“Os políticos dificilmente pedem desculpa às pessoas a quem de alguma maneira ofenderam.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010) 
Prémio Nobel de Literatura, 1998

01 dezembro, 2015

Pétala nº 1284

“Nunca faltaram caminhos para chegar aonde a oculta vontade ambiciona: basta que se encontrem os pretextos.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

29 novembro, 2015

Pétala nº 1282

“Despeço-me dos mortos, mas não para os esquecer. Esquecê-los, creio, seria o primeiro sinal de morte minha.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

27 novembro, 2015

Pétala nº 1280

“Que ninguém tenha pena de si próprio, é o primeiro mandamento do respeito humano…” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

25 novembro, 2015

Pétala nº 1278

“A realidade é intraduzível porque é plástica, dinâmica.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

23 novembro, 2015

Pétala nº 1276

“No deserto, só o nada é tudo”.

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

21 novembro, 2015

Pétala nº 1274

“Mandam as regras do nosso jogo mundano não fazer perguntas quando se dá com amigos em transe sentimental: eles o dirão quando acharem necessário, se acharem necessário…” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

19 novembro, 2015

Pétala nº 1272

“Que é o tempo para quem neste exacto momento morre, sem ter sabido, pelo saber do entendimento, onde nasceu?” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

17 novembro, 2015

Pétala nº 1270

“A memória não fixa o prazer, regista-o como uma qualidade, não como um valor.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

15 novembro, 2015

Pétala nº 1268

“O comportamento das pessoas vive num mundo de possibilidades.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

13 novembro, 2015

Pétala nº 1266

“Na pintura, vem sempre o momento em que o quadro não suporta nem mais uma pincelada.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

24 outubro, 2015

Pétala nº 1246

“A perfeição existe de passagem.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Ensaio sobre a cegueira”, Ed. Caminho, 1995 
Prémio Nobel de Literatura,1998

22 outubro, 2015

Pétala nº 1244

“Com a idade aprendemos a cuidar das palavras.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Ensaio sobre a cegueira”, Ed. Caminho, 1995 
Prémio Nobel de Literatura,1998

20 outubro, 2015

Pétala nº 1242

“Nascer, viver, morrer são verdades universais e sequência natural.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Ensaio sobre a cegueira”, Ed. Caminho, 1995 
Prémio Nobel de Literatura,1998

18 outubro, 2015

Pétala nº 1240

“Nunca faltaram caminhos para chegar aonde a oculta vontade ambiciona: basta que se encontrem os pretextos.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Ensaio sobre a cegueira”, Ed. Caminho, 1995 
Prémio Nobel de Literatura,1998