31 março, 2015

Pétala nº 1040

“O homem é apenas um joguete nas mãos de forças e vontades cuja verdadeira natureza desconhecemos, fantoche de paixões que vibram mais além do entendimento humano.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A Irmã”, Ed. Dom Quixote, 2013

30 março, 2015

Pétala nº 1039

“Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Eis a minha religião.” 
ABRAHAM LINCOLN, Presidente dos Estados Unidos da América (1809-65)

29 março, 2015

Pétala nº 1038

“Tal como na vida dos povos, também no destino de uma pessoa se pode, com a mesma intensidade, abater a fatalidade.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A Irmã”, Ed. Dom Quixote, 2013

28 março, 2015

Pétala nº 1037

“Dar um nome ao que nos destrói ajuda a defendermo-nos.” 

Manuel Vázquez Montalbán, escritor espanhol (1939-2003)

27 março, 2015

Pétala nº 1036

“Um casal é a coisa mais impenetrável do mundo. Não conseguimos compreender um casal, nem mesmo quando fazemos parte dele.” 

Yasmina Reza, escritora francesa (1959-), in “Felizes os felizes”, Ed. Quetzal, 2014

26 março, 2015

Pétala nº 1035

“Temos o destino que merecemos. O nosso destino está de acordo com os nossos méritos.” 

Albert Einstein, físico alemão (1879-1955)

25 março, 2015

Pétala nº 1034

“Os pensamentos são mutáveis e mortais. Como todas as coisas na Terra.” 

Yasmina Reza, escritora francesa (1959-), in “Felizes os felizes”, Ed. Quetzal, 2014

24 março, 2015

Pétala nº 1033

“Recebemos três educações diferentes: a dos nossos pais, a donos nossos mestres e a do mundo. O que aprendemos nesta última destrói todas as ideias das duas primeiras.” 

Montesquieu, filósofo francês (1689-1755)

23 março, 2015

Pétala nº 1032

“Dois seres vivem lado a lado e a imaginação de cada um diariamente os afasta de forma cada vez mais definitiva.” 

Yasmina Reza, escritora francesa (1959-), in “Felizes os felizes”, Ed. Quetzal, 2014

22 março, 2015

Pétala nº 1031

“A medida de um homem define-se por aquilo que ele faz com o poder.” 

Platãofilósofo da Grécia Antiga (-428/-348)

21 março, 2015

Pétala nº 1030

“… as únicas relações verdadeiramente íntimas entre as pessoas só se praticam a dois.” 

Yasmina Reza, escritora francesa (1959-), in “Felizes os felizes”, Ed. Quetzal, 2014

20 março, 2015

Pétala nº 1029

“É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer.” 

Aristóteles, filósofo da Grécia Antiga (-384/-322)

19 março, 2015

Pétala nº 1028

“O que é roubar um banco comparado com fundar um?” 

Bertolt Brechet, dramaturgo, poeta e encenador alemão (1898-156)

18 março, 2015

Pétala nº 1027

“O exemplo é a escola da humanidade e só nela os homens poderão aprender."

Edmund Burke, escritor e político irlandês (1729-97)

17 março, 2015

Pétala nº 1026

“O homem sensato é aquele que se surpreende com tudo.”

André Gide, escritor francês (1869-1951)
Prémio Nobel de Literatura, 1947

16 março, 2015

Pétala nº 1025

“Nunca se é bastante sábio para dizer por que motivo se juntam um homem e uma mulher, e porque, depois, se separam."

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

15 março, 2015

Pétala nº 1024

“O homem nunca sabe do que é capaz, até que o tenta.”

Charles Dickens, escritor inglês (1812-1870)

14 março, 2015

Pétala nº 1023

“… na vida acontece o que tem de acontecer, e, no fim, tudo encontra o seu lugar próprio. É um processo muito lento. Decisões, sonhos, intenções, aqui, pouco ajudam." 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

13 março, 2015

Pétala nº 1022

“A vida é um caminho de sombras e luzes."

Charlie Chaplin, comediante britânico (1889-1977)

12 março, 2015

Pétala nº 1021

“… só consegues tirar alguma coisa dos livros se fores capaz de pôr algo de teu no que estás a ler. Quer dizer, só se te entregares à leitura como a um duelo, como quem se mostra disposto a ferir e a ser ferido, a polemicar, a convencer e ser convencido, e, depois, enriquecido com o que tirou dos livros, disso se serve para construir qualquer coisa na vida ou no trabalho…” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

11 março, 2015

Pétala nº 1020

“Oh, a serena harmonia que emana das coisas feitas para se unirem.” 

Confúcio, sábio chinês (-551/-479)

10 março, 2015

Pétala nº 1019

“ Quem se cala com razão está convicto de alguma coisa.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

09 março, 2015

Pétala nº 1018

“Quanto mais grave é uma doença, maior tem de ser a esperança. Porque a função da esperança é preencher o que nos falta.” 

Vergílio Ferreira, escritor português (1916-96)

08 março, 2015

Pétala nº 1017

“Quem muito fala algo esconde.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

07 março, 2015

Pétala º 1016

“A confiança é a virtude daqueles a quem a ausência separou.”

Condessa Diane, escritora francesa (1829-99)

06 março, 2015

Pétala nº 1015

“… a solidão, a verdadeira, conscientemente assumida, não é punição, nem uma forma ressentida e doentia de isolamento, nem uma excentricidade, mas o único estado digno de um ser humano.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

05 março, 2015

Pétala nº 1014

“Todo o conhecimento humano começou com intuições, passou daí aos conceitos e terminou com ideias.”

 Immanuel Kant, filósofo alemão (1724-1804)

04 março, 2015

Pétala nº 1013

“Quando se ama alguém, palpita-nos sempre o coração, ao vê-lo ou ouvi-lo falar.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

03 março, 2015

Pétala nº 1012

“Nada é permanente neste mundo cruel. Nem mesmo os nossos problemas.” 

 Charlie Chaplin, comediante britânico (1889-1977)

02 março, 2015

Pétala nº 1011

“Talvez algumas paixões sejam mais fortes do que a vida, do que a razão, do que o tempo. Queimam e deixam tudo em cinzas. É possível…” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

01 março, 2015

Pétala nº 1010

"A poesia é a minha forma verbal de estar no mundo". 

 Vasco Graça Moura, escritor, tradutor e político português (1942-2014)