31 maio, 2014

Pétala nº 735

“Cada um deve tratar de si neste deserto de egoísmo que se chama a vida.”
 
Stendhal, escritor francês (1783-1842), in “Vermelho e Negro”, ed. Inquérito.

30 maio, 2014

Pétala nº 734

“Nenhum homem é hipócrita nos seus prazeres.” 

Albert Camusescritor, filósofo, jornalista franco-argelino (1913-1960)
Prémio Nobel de Literatura, 1957

29 maio, 2014

Pétala nº 732

“É a misteriosa e gratuita dinâmica do encontro que nos permite seguir em frente.”
 
Susanna Tamaro, escritora italiana (1957-), in “Todo o anjo é terrível”, ed. Presença, 2013

28 maio, 2014

Pétala nº 731

“Por mais longa que seja a caminhada, o mais importante é dar o primeiro passo.”
 
Vinicius de Moraes, poeta e compositor brasileiro (1913-80)

27 maio, 2014

Pétala nº 730

“O deserto é o lugar onde surgem as miragens, onde se desencadeiam os pensamentos, onde se manifestam os demónios.”
 
Susanna Tamaro, escritora italiana (1957-), in “Todo o anjo é terrível”, ed. Presença, 2013

26 maio, 2014

Pétala nº 729

“Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre.”

Charlie Chaplin, comediante britânico (1889-1977)

25 maio, 2014

Pétala nº 728

“No desenvolvimento de uma pessoa, o sadismo e o não-amor podem criar profundas desconstruções às quais é difícil dar remédio.”
 
Susanna Tamaro, escritora italiana (1957-), in “Todo o anjo é terrível”, ed. Presença, 2013

24 maio, 2014

Pétala nº 727

“O segredo da sabedoria, do poder e do conhecimento é a humildade.”
 
Ernest Hemingway, escritor americano (1899-1961)
Prémio Nobel de Literatura, 1954

23 maio, 2014

Pétala nº 726

“O que sabemos realmente daquilo que se transmite, através dos genes, de uma geração para a outra? Aparentemente muito, cada vez mais, mas na verdade ainda quase nada.”
 
Susanna Tamaro, escritora italiana (1957-), in “Todo o anjo é terrível”, ed. Presença, 2013

22 maio, 2014

Pétala nº 725

“A saúde, como a fortuna, deixa de favorecer os que abusam dela.” 

Charles de Saint-Evremond, ensaísta francês (1613-1703)

21 maio, 2014

Pétala nº 724

“São necessários dois anos para aprender a falar e sessenta para aprender a calar.”
 
Ernest Hemingway, escritor americano (1899-1961)
Prémio Nobel de Literatura, 1954

20 maio, 2014

Pétala nº 723

“Ser menino é estar cheio de céu por cima”.

Mia Couto, escritor moçambicano (1955-), in “Pensageiro frequente”, ed. Caminho, 2011

19 maio, 2014

Pétala nº 722

“Não julgue o homem pelos seus trapos, mas sim pelo seu carácter.”

Charlie Chaplin, comediante britânico (1889-1977)

18 maio, 2014

Pétala nº 721

“Pouco do mundo teremos visto se não tivermos olhado os pássaros.”

Mia Couto, escritor moçambicano (1955-), in “Pensageiro frequente”, ed. Caminho, 2011

17 maio, 2014

Pétala nº 720

“Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão” .
 
Vinicius de Moraes, poeta e compositor brasileiro (1913-80)

16 maio, 2014

Pétala nº 719

Não é o voarmos sobre os lugares que marca a memória. É o quanto esses lugares continuarão voando dentro de nós.”
 
Mia Couto, escritor moçambicano (1955-), in “Pensageiro frequente”, ed. Caminho, 2011

15 maio, 2014

Pétala nº 718

“Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político.”
 
Charlie Chaplin, comediante britânico (1889-1977)

14 maio, 2014

Pétala nº 717

“Os rios, dizia o poeta, são como os bichos: nascem e já estão a caminho.”

Mia Couto, escritor moçambicano (1955-), in “Pensageiro frequente", ed. Caminho, 2011

13 maio, 2014

Pétala nº 716

“A obra clássica é um livro que todo o mundo admira, mas que ninguém lê.”
 
Ernest Hemingway, escritor americano (1899-1961)
Prémio Nobel de Literatura, 1954

12 maio, 2014

Pétala nº 715

“… o paraíso não é um lugar, é um breve momento que conquistamos dentro de nós.”

Mia Couto, escritor moçambicano (1955-), in “Pensageiro frequente", ed. Caminho, 2011

11 maio, 2014

Pétala nº 714

“Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror.”
 
Charlie Chaplin, comediante britânico (1889-1977)

10 maio, 2014

Pétala nº 713

“O meu afazer é não me ocupar de nada. A minha felicidade é perder pensamento…"
 
Mia Couto, escritor moçambicano (1955-), in “Pensageiro frequente", ed. Caminho, 2011

09 maio, 2014

Pétala nº 712

“O sofrimento é o intervalo entre duas felicidades.”

Vinicius de Moraes, poeta brasileiro (1913-80)

08 maio, 2014

Pétala nº 711

“… a cidade não é um lugar. É a moldura de uma vida, um chão para a memória.”

Mia Couto, escritor moçambicano (1955-), in “Pensageiro frequente, ed. Caminho, 2011

07 maio, 2014

Pétala nº 710

“A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.”

Vinicius de Moraeras, poeta brasileiro (1913-80)

06 maio, 2014

Pétala nº 709

“O amor não tem “depois”. O amor é o tempo inteiro consumindo-se no instante.”

Mia Couto, escritor moçambicano (1955-), in “Pensageiro frequente", ed. Caminho, 2011

05 maio, 2014

Pétalas nº 708

“A história é uma galeria de quadros onde há poucos originais e muitas cópias.”
 
Alexis de Tocqueville, historiador francês (1805-59)

04 maio, 2014

Pétala nº 707

“As obras do acaso são infinitas.”
JOSÉ SARAMAGO, escritor português (1922-2010), in “Todos os nomes”, Ed. Caminho, 1997
Prémio Nobel de Literatura, 1998

03 maio, 2014

Pétala nº 706

“Tudo o que pode substituir-se com facilidade pode ser abandonado mais facilmente ainda.”
 ALEXANDRE DUMAS (filho), escritor francês (1824-95)

02 maio, 2014

Pétala nº 705

“… é possível não vermos a mentira mesmo quanto a temos diante dos olhos.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Todos os nomes”, Ed. Caminho, 1997
Prémio Nobel de Literatura, 1998

01 maio, 2014

Pétala nº 704

“Um homem é tão mais respeitável quanto mais numerosas são as coisas das quais se envergonha.”

George Bernard Show, escritor irlandês (1856-1950)