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14 abril, 2019

Pétala nº 2514

“Muda de alma. Como? Descobre-o tu.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

25 janeiro, 2019

Pétala nº 2435

“A pele é apenas o embrulho da alma”. 
LUANDINO VIEIRA (escritor angolano), citado por JOSÉ EDUARDO AGUALUSA, escritor angolano (1960), in “O paraíso e outros infernos”, Ed. Quetzal, 2018

01 agosto, 2018

Pétala nº 2258

“Os acontecimentos graves, felizes ou infelizes, não alteram a alma de um homem.” 
IRÈNE NÉMIROWSCKY, escritora ucraniana de origem judaica (1903-42), in “Suite francesa”, Ed. Dom Quixote, 2005

22 maio, 2018

Pétala nº 2187

“Minha alma é uma orquestra oculta, não sei que instrumentos tangem e rangem, cordas e harpas, timbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia."
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

12 maio, 2018

Pétala nº 2177

“Uma alma não tem corpo, então como é que pode estar a olhar para nós?” 
HAN KANG, escritora sul-coreana (1970-), in “Atos humanos”, Ed. D. Quixote, 2017

01 abril, 2017

Pétala nº 1772

“É na harmonia entre o natural e o artificial que consiste a naturalidade da alma humana superior.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

29 dezembro, 2016

Pétala nº 1678

“A voz é a nossa alma.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A gaivota”, Ed. D. Quixote, 2016

21 novembro, 2016

Pétala nº 1640

“A alma humana é feita de tal maneira que só partilha o que tem de pior.” 

Agustina Bessa-Luís, escritora portuguesa (1922-), in “Memórias laurentinas”, Guimarães Ed., 1996

09 novembro, 2016

Pétala nº 1628

“A alma humana é um abismo obscuro e viscoso, um poço que se não usa na superfície do mundo.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

06 maio, 2016

Pétala nº 1441

“Toda a vida da alma humana é um movimento na penumbra.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

12 dezembro, 2015

Pétala nº 1295

“Os olhos e os ouvidos são maus testemunhos quando a alma não presta.” 

Heraclito, filósofo pré-socrático (-535/-475)

01 agosto, 2015

Pétala nº 1162

“O modo como os segredos ardem na alma talvez seja semelhante ao incêndio de uma mina, que vai queimando em fumo lento.” 

 Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “Divórcio em Buda”, Ed. D. Quixote, 2010

13 maio, 2015

Pétala nº 1083

“Um pingo de ódio na tua alma é o suficiente para descolorir tudo, como um pingo de tinta preta no leite.”

Alice Munro, escritora canadiana (1931-), in “O progresso do amor”, Ed. Relógio d’Água, 2013 
Prémio Nobel de Literatura, 2013

11 maio, 2015

Pétala nº 1081

“Mesmo que vivamos atormentados por problemas, que sejamos doentes e pobres e feios, temos uma alma para carregar vida fora como um tesouro numa salva.” 

Alice Munro, escritora canadiana (1931-), in “O progresso do amor”, Ed. Relógio d’Água, 2013 
Prémio Nobel de Literatura, 2013

26 fevereiro, 2015

Pétala nº 1007

“Na alma não se passa nada. Os sentimentos não se manifestam na alma. Seguem outro curso.” 

 Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

12 fevereiro, 2014

Pétala nº 626

“A alma reina seja onde for: do fundo das masmorras pode elevar-se até ao céu.”
 
Napoleão Bonaparte, líder político e militar francês (1769-1821)

18 outubro, 2013

Pétala nº 508

“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”.

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

06 setembro, 2013

Pétala nº 466

“Às vezes, dou comigo a ter pena de mim mesmo e, nesses momentos, a minha alma vagueia pelos céus ao sabor dos ventos.”
 
 Palavras sábias do povo Ojibwe.

22 abril, 2013

Pétala nº 329

“A vida num campo de concentração rasgava a alma humana e expunha as suas profundezas.”
 
Viktor E. Frankl, psiquiatra austríaco (1905-97), in “O homem em busca de um sentido”, Ed. Lua de papel, 2012

15 fevereiro, 2013

Pétala nº 263

“Revolvei a vossa casa, buscai a coisa mais vil de toda ela, e achareis que é a vossa própria alma.”
 
José Saramago, escritor português (1922-20109), in “O ano da morte de Ricardo Reis”, Ed. Caminho, 1984
Prémio Nobel de Literatura, 1998