30 novembro, 2013

Pétala nº 552

“Quem sabe que não sabe é nobre; quem quer fazer crer que sabe o que não sabe é débil mental.”
 
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)

29 novembro, 2013

Pétala nº 551

“…a melhor maneira de fazer morrer uma rosa é abri-la à força quando ainda não passa de uma pequena promessa de botão.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

28 novembro, 2013

Pétala nº 550

“O amor nasce num sorriso, cresce num beijo… morre nas lágrimas.”
 
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)

27 novembro, 2013

Pétala nº 549

“… por mais espessas e negras que estejam as nuvens sobre as nossas cabeças, o céu lá por cima estará permanentemente azul…”.
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

26 novembro, 2013

Pétala nº 547

“A vida às vezes começa quando a julgamos perdida.”

Marco Aurélio, imperador romano (121-180)

25 novembro, 2013

Pétala nº 546

“… de repente percebemos que já não somos necessários no mundo, se é que alguma vez o tínhamos sido antes, mas acreditar que o éramos parecia bastante, parecia suficiente, e era de certa maneira eterno pelo tempo que a vida durasse, que é isso a eternidade, nada mais do que isso.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

24 novembro, 2013

Pétala nº 545

“Esperar é ainda uma ocupação. Terrível é não ter nada que esperar.”

Cesare Pavese, escritor italiano (1908-1950)

23 novembro, 2013

Pétala nº 544

"Um cão sabe muito bem quando alguém precisa da sua companhia.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

22 novembro, 2013

Pétala nº 543

“Quem muito se ausenta, um dia deixa de fazer falta.”

Autor desconhecido.

21 novembro, 2013

Pétala nº 542

“… há quem leve a vida inteira a ler sem nunca ter conseguido ir mais além da leitura.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

20 novembro, 2013

Pétala nº 541

“Diga-me o que come e eu dir-lhe-ei quem é.”

Anthelme Brillat-Savarin, gastrónomo francês do séc. XVIII

19 novembro, 2013

Pétala nº 540

“Lendo, fica-se a saber quase tudo.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

18 novembro, 2013

Pétala nº 539

“Nesta vida, trabalha-se."

Vera Stravinsky, bailarina e pintora russa (1888-1992)

17 novembro, 2013

Pétala nº 538

“… até a própria ignorância é capaz de ter intuições proféticas.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

16 novembro, 2013

Pétala nº 537

“A verdadeira arte da memória é a arte de prestar atenção.”

Samuel Johnson, escritor e pensador inglês (1709-84)

15 novembro, 2013

Pétala nº 536

“Os dias são todos iguais, as horas é que não, quando os dias chegam ao fim têm sempre as suas vinte e quatro horas completas, mesmo quando elas não tiveram nada dentro.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

14 novembro, 2013

Pétala nº 535

“O conhecimento surge, mas a sabedoria perdura.”

Alfred Tennyson, poeta inglês (1809-82)

13 novembro, 2013

Pétala nº 534

“… trabalho que se faz sonhando nunca deixou obra feita.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998

12 novembro, 2013

Pétala nº 533

“O que quer que consiga fazer, ou sonhar que consegue, comece. A coragem tem genialidade, poder e magia intrínsecos. Comece agora.”
 
Goethe, escritor alemão (1749-1832)

11 novembro, 2013

Pétala nº 532

“É enquanto estamos vivos que podemos falar da morte, não depois.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998

10 novembro, 2013

Pétala nº 531

“Tenho em mim todos os sonhos do mundo.”
 
Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

09 novembro, 2013

Pétala nº 530

“… o barro é como as pessoas, precisa de que o tratem bem.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998

08 novembro, 2013

Pétala nº 529

“Só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.”

Fernando Pessoa (Alberto Caeiro), poeta português (1888-1935)

07 novembro, 2013

Pétala nº 528

“É bem verdade que nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998

06 novembro, 2013

Pétala nº 527

“Ao fim de um tempo de vida em casa, são os tons e os gestos que definem a relação.”

José Gameiro, psiquiatra português (1949-)

05 novembro, 2013

Pétala nº 526

“Se te apetecer cantar, canta… faz bem à bílis.”
 
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982

04 novembro, 2013

Pétala nº 525

“É preciso particular cuidado com as sogras, que têm uma especial capacidade para apanhar as expressões faciais, o bambolear impaciente das pernas, o ar ausente e enfastiado das noras.”
 
José Gameiro, psiquiatra português (1949-)

03 novembro, 2013

Pétala nº 524

“A ingratidão humana não tem limites.”
 
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982

02 novembro, 2013

Pétala nº 523

“Vivemos o culto da palavra, da comunicação por tudo e por nada, como se o dito resolvesse tudo.”
 
José Gameiro, psiquiatra português (1949-)

01 novembro, 2013

Pétala nº 522

“As ilusões não se comem… não se comem, mas alimentam.”
 
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982