“O tempo dos amantes clandestinos é sempre desesperadamente curto, desesperadamente apressado.”
MIGUEL SOUSA TAVARES, jornalista, escritor português (1952-), in “Último olhar”, Porto Editora, 2021
“O tempo passa tanto mais depressa quanto mais vazio está.”
CARLOS RUIZ ZAFÓN, escritor espanhol (1964-2020), in “A sombra do vento”, Ed. D. Quixote, 2004