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16 abril, 2019

Pétala nº 2516

“Sofre ritmicamente.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

14 abril, 2019

Pétala nº 2514

“Muda de alma. Como? Descobre-o tu.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

12 abril, 2019

Pétala nº 2512

“Ébrio de erros, perco-me por momentos de sentir-me viver.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

10 abril, 2019

Pétala nº 2510

“Benditos os que não confiam a vida a ninguém.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

08 abril, 2019

Pétala nº 2508

“Absurdemos a vida, de leste a oeste.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

06 abril, 2019

Pétala nº 2506

“Que o nosso amor seja uma oração...” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

18 dezembro, 2018

Pétala nº 2397

“A minha vida é tão triste, e eu nem penso em chorá-la; as minhas horas tão falsas, e eu nem sonho o gesto de parti-las.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

24 setembro, 2018

Pétala nº 2312

“Ter emoções de chita, ou de seda, ou de brocado! Ter emoções descritíveis assim! Ter emoções descritíveis!” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

15 agosto, 2018

Pétala nº 2272

“Em sonhos consegui tudo.”
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

13 agosto, 2018

Pétala nº 2270

“Tenho sonhado muito. Estou cansado de ter sonhado, porém não cansado de sonhar.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

11 agosto, 2018

Pétala nº 2268

“Todos nós sabemos que morremos; todos nós sentimos que não morreremos. 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

09 agosto, 2018

Pétala nº 2266

“Entre mim e a vida há um vidro ténue. Por mais nitidamente que eu veja e compreenda a vida, eu não lhe posso tocar.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

07 agosto, 2018

Pétala nº 2264

“Os compradores de coisas inúteis sempre são mais sábios do que julgam – compram pequenos sonhos.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

05 agosto, 2018

Pétala nº 2262

“Tudo me cansa, mesmo o que me não cansa. A minha alegria é tão dolorosa como a minha dor.” FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014


03 agosto, 2018

Pétala nº 2260

“Aprende a desligar as ideias de voluptuosidade e de prazer. Aprende a gozar em tudo, não o que ele é, mas as ideias e os sonhos que provoca. Porque nada é o que é, e os sonhos sempre são os sonhos.”
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

26 maio, 2018

Pétala nº 2191

“O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.”
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

24 maio, 2018

Pétala nº 2189

“A minha vida é como se me batessem com ela.”
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

22 maio, 2018

Pétala nº 2187

“Minha alma é uma orquestra oculta, não sei que instrumentos tangem e rangem, cordas e harpas, timbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia."
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

20 maio, 2018

Pétala nº 2185

“O calor como uma roupa invisível, dá vontade de o tirar.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

18 maio, 2018

Pétala nº 2183

“Sofro de não sofrer, de não saber sofrer.” 
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014