30 novembro, 2015

Pétala nº 1283

“Todas as famílias felizes são mais ou menos diferentes; todas as famílias desgraçadas são mais ou menos iguais”.

Vladimir Nabokov, escritor russo (1899-1977)

29 novembro, 2015

Pétala nº 1282

“Despeço-me dos mortos, mas não para os esquecer. Esquecê-los, creio, seria o primeiro sinal de morte minha.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

28 novembro, 2015

Pétala nº 1281

“Se não sabes escutar, não sabes falar.” 

 Heraclito, filósofo pré-socrático (-535/-475)

27 novembro, 2015

Pétala nº 1280

“Que ninguém tenha pena de si próprio, é o primeiro mandamento do respeito humano…” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

26 novembro, 2015

Pétala nº 1279

“Quem não desconfia de si não merece a confiança dos outros.” 

 Marquês de Maricá, filósofo e político brasileiro (1773-1848)

25 novembro, 2015

Pétala nº 1278

“A realidade é intraduzível porque é plástica, dinâmica.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

24 novembro, 2015

Pétala nº 1277

“Paremos de indagar o que o futuro nos reserva e recebamos como um presente o que quer que nos traga o dia de hoje.” 

Heraclito, filósofo pré-socrático (-535/-475)

23 novembro, 2015

Pétala nº 1276

“No deserto, só o nada é tudo”.

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

22 novembro, 2015

Pétala nº 1275

“O ciúme é absoluta confissão”.

 Emanuel Wertheimer, filósofo alemão (1846-1916)

21 novembro, 2015

Pétala nº 1274

“Mandam as regras do nosso jogo mundano não fazer perguntas quando se dá com amigos em transe sentimental: eles o dirão quando acharem necessário, se acharem necessário…” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

20 novembro, 2015

Pétala nº 1273

“Um único minuto de reconciliação vale mais do que toda uma vida de amizade.” 

Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1927-2014 
Prémio Nobel de Literatura, 1982

19 novembro, 2015

Pétala nº 1272

“Que é o tempo para quem neste exacto momento morre, sem ter sabido, pelo saber do entendimento, onde nasceu?” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

18 novembro, 2015

Pétala nº 1271

“O futuro permanece escondido até dos homens que o fazem.” 

 Anatole France, escritor francês (1844-1924)

17 novembro, 2015

Pétala nº 1270

“A memória não fixa o prazer, regista-o como uma qualidade, não como um valor.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

16 novembro, 2015

Pétala nº 1269

“Quando se apanha um mentiroso, ele pode perguntar-nos – o que é a verdade? E o mais provável é termos de o deixar seguir.” 

Vergílio Ferreira, escritor português (1816-96)

15 novembro, 2015

Pétala nº 1268

“O comportamento das pessoas vive num mundo de possibilidades.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983
Prémio Nobel de Literatura,1998

14 novembro, 2015

Pétala nº 1267

“Há algo de ameaçador num silêncio prolongado.”

Sófocles, poeta da Grécia Antiga (-498/-406)

13 novembro, 2015

Pétala nº 1266

“Na pintura, vem sempre o momento em que o quadro não suporta nem mais uma pincelada.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

12 novembro, 2015

Pétala nº 1265

“O exemplo é a escola da humanidade e só nela os homens poderão aprender.” 

 Edmund Burke, escritor e político irlandês (1729-97)

11 novembro, 2015

Pétala nº 1264

“No termo do verdadeiro amor há a morte e só o amor, no termo do qual está a morte, é amor.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “O livro dos amores risíveis”, Ed. BYS-Leya, 2014

10 novembro, 2015

Pétala nº 1263

“O homem prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa em tudo quanto diz.” 

Aristóteles, filósofo da Grécia Antiga (-384/-322)

09 novembro, 2015

Pétala nº 1262

“Alguém que foi nosso e que nos ama e a quem amamos, transforma-se no nosso espelho, é a medida da nossa importância e do nosso mérito.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “O livro dos amores risíveis”, Ed. BYS-Leya, 2014

08 novembro, 2015

Pétala nº 1261

“Aquele que não tem confiança nos outros não lhes pode ganhar a confiança.” 

 Lao-Tsé, filósofo da Grécia Antiga (570 a.C./490 a.C.)

07 novembro, 2015

Pétala nº 1260

“Se só fossemos responsáveis por as coisas de que temos consciência, então os imbecis estariam, a priori, isentos de qualquer culpa.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “O livro dos amores risíveis”, Ed. BYS-Leya, 2014

06 novembro, 2015

Pétala nº 1259

“O sucesso torna as pessoas modestas, amigáveis e tolerantes; é o fracasso que as faz ásperas e ruins.”

Somerset Maugham, escritor inglês (1874-1965)

05 novembro, 2015

Pétala nº 1258

“O homem é responsável pela sua ignorância”. 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “O livro dos amores risíveis”, Ed. BYS-Leya, 2014

04 novembro, 2015

Pétala nº 1257

“Diz não à liberdade que te oferecem, se ela é só a liberdade dos que ta querem oferecer.” 

Vergílio Ferreira, escritor português (1916-1996)

03 novembro, 2015

Pétala nº 1256

"Um suicídio resulta não de uma causa única mas, normalmente, de toda uma constelação de causas.”

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “O livro dos amores risíveis”, Ed. BYS-Leya, 2014

02 novembro, 2015

Pétala nº 1255

“A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais do que eu; e ela não perde o que merece ser salvo.” 

Eduardo Galeano, escritor uruguaio (1940-2015)

01 novembro, 2015

Pétala nº 1254

“Noventa e nove por cento das palavras que se pronunciam são palavras vãs.” 

 Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “O livro dos amores risíveis”, Ed. BYS-Leya, 2014