terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Pétala nº 2026

“Não se nasce mulher: torna-se.” 

Simone de Beauvoir, escritora e feminista francesa (1908-86)

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Pétala nº 2025

“O universo é um composto de maldade e invejas.” 

Machado de Assis, escritor brasileiro (1839-1908), in “Contos de Machado de Assis- 3º Vol.", Ed. Record, 2008

domingo, 10 de dezembro de 2017

Pétala nº 2024

“Toda a paixão tem o seu caminho de calvário.” 

Condessa Diane, escritora francesa (1829-99)

sábado, 9 de dezembro de 2017

Pétala nº 2023

“Tudo pode acontecer a todos.”

Arundhati Roy, escritora indiana (1961-), in “O Deus das pequenas coisas”, Ed. ASA, 1998

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Pétala nº 2022

“O meu mundo não é como o dos outros, quero mais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que nem eu mesmo compreendo, estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que se não sente bem onde está, que tem saudades... sei lá de quê! “ 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Pétala nº 2021

“Tudo pode mudar num dia.” 

Arundhati Roy, escritora indiana (1961-), in “O Deus das pequenas coisas”, Ed. ASA, 1998

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Pétala nº 2020

“Chorarei quando for preciso...
  Depois, tudo estará perfeito...
  Meus olhos secos como pedra.”

 Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Pétala nº 2019

“É pouco razoável esperar que uma pessoa se lembre daquilo que não sabe que aconteceu.”

Arundhati Roy, escritora indiana (1961-), in “O Deus das pequenas coisas”, Ed. ASA, 1998

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Pétala nº 2018

“Não existe cultura sem educação.” 

Rubem Alves, teólogo, pedagogo, poeta e filósofo brasileiro (1933-2014)

domingo, 3 de dezembro de 2017

Pétala nº 2017

“Se querem chegar lá, têm de se dirigir para lá”. 

Arundhati Roy, escritora indiana (1961-), in “O Deus das pequenas coisas”, Ed. ASA, 1998

sábado, 2 de dezembro de 2017

Pétala nº 2016

“A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque não existe.”

Jean Cocteau, poeta, romancista, cineasta, dramaturgo francês (1889-1963)

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Pétala nº 2015

“É curioso como às vezes a memória da morte vive muito mais tempo do que a memória da vida por ela roubada.” 

Arundhati Roy, escritora indiana (1961-), in “O Deus das pequenas coisas”, Ed. ASA, 1998

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Pétala nº 2014

“Pode ser que um dia nos afastemos, mas se formos amigos de verdade, a amizade nos reaproximará.” 

Albert Einstein, físico alemão (1879-1955)

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Pétala nº 2013

“A gratidão, como o leite, azeda caso o vaso que a contém não esteja escrupulosamente limpo." 

Remy de Gourmont, poeta e dramaturgo francês (1858-1915)

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Pétala nº 2012

“Fazer um filho é gerar um universo”. 

José Eduardo Agualuza, escritor angolano (1960-), in “Nação crioula”, Ed. Quetzal, 2017

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Pétala nº 2011

“Ser velho não é divertido.”

Provérbio norte-americano.

domingo, 26 de novembro de 2017

Pétala nº 2010

“A vida de um escravo é uma casa com muitas janelas e nenhuma porta. A vida de um homem livre é uma casa com muitas portas e nenhuma janela.” 

José Eduardo Agualuza, escritor angolano (1960-), in “Nação crioula”, Ed. Quetzal, 2017

sábado, 25 de novembro de 2017

Pétala nº 2009

“Não faças da tua vida um rascunho. Poderás não ter tempo de passá-la a limpo.” 

Mário Quintana, poeta brasileiro (1906-94)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Pétala nº 2008

“As coisas são como são e o passado não se pode alterar.” 

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Pétala nº 2007

“Os testemunhos são fundamentais, mas é um erro pensar que têm a verdade absoluta. Um testemunho é apenas um testemunho; sacralizá-lo é um erro grave.” 

Javier Cercas, escritor e tradutor parcial (1962-)

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Pétala nº 2006

“O amor faz-nos viver no futuro quando se é novo, no passado quando se é velho; e no céu durante um dia.” 

Condessa Diane, escritora francesa (1829-99)

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Pétala nº 2005

“Um saco leve e poucas memórias. É só disso que um homem precisa.” 

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

domingo, 19 de novembro de 2017

Pétala nº 2004

“O universal é o local sem paredes. “

Miguel Torga, escritor português (1907-95) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

sábado, 18 de novembro de 2017

Pétala nº 2003

“Ninguém é imune aos efeitos do poder, ninguém!” 

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Pétala nº 2002

“Ser feliz é encontrar força no perdão, esperanças nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. É agradecer a Deus a cada minuto pelo milagre da vida.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935) 

(Pétala enviada por Ana Maria Silva.)

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Pétala nº 2001

"O poder seca todas as energias criativas, destrói a possibilidade de empatia.” 

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Pétala nº 2000

“Há verdades que são frias e inertes.” 

 Rubem Alves, teólogo, pedagogo, poeta e filósofo brasileiro (1933-2014)

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Pétala nº 1999

“Onde é que a história da nossa família contamina a nossa história individual?"          

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Pétala nº 1998

Eu quero a memória acesa depois da angústia apagada.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

domingo, 12 de novembro de 2017

Pétala nº 1997

“Cada homem está pendurado por um fio, o abismo pode abrir-se debaixo dele a qualquer momento.”

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

sábado, 11 de novembro de 2017

Pétala nº 1996

“A monotonia é o que há de mais belo ou de mais terrível. De mais belo, se for um reflexo da eternidade. De mais terrível, se for indício de uma perenidade imutável.” 

Simone Weil, escritora e filósofa francesa (1909-43)

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Pétala nº 1995

“A minha família sou eu.” 

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Pétala nº 1994

“Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa”.

Rubem Alves, teólogo, pedagogo, poeta e filósofo brasileiro (1933-2014) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Pétala nº 1993

“A família é uma empresa complicada de hierarquias confusas, obediências, silêncios, recriminações.” 

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Pétala nº 1992

“A felicidade não se dá, troca-se. A nossa vem sempre de outrem.”

Condessa Diane, escritora francesa (1829-99)

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Pétala nº 1991

“As pessoas da nossa infância são lugares secretos.” 

Bruno Vieira Amaral, escritor português (1978-), in “Hoje estarás comigo no paraíso”, Ed. Quetzal, 2017

domingo, 5 de novembro de 2017

Pétala nº 1990

“Não esperamos nada dos nossos amigos, e essa franqueza é fundamental. Mas não esperando nada, esperamos tudo, na medida em que a sua existência nos permite existir.” 

José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

sábado, 4 de novembro de 2017

Pétala nº 1989

"A arte pertence a toda a gente e a ninguém. A arte pertence a todo o tempo e a nenhum tempo. A arte pertence àqueles que a criam e àqueles que a usufruem. A arte é o murmúrio da História, ouvido sobre o ruído do tempo. A arte não existe pela arte: existe pelas pessoas.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Pétala nº 1988

”Os amigos falam uma língua só deles: bastam meias palavras para entenderem tudo.” 

José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Pétala nº 1987

“Se virássemos costas à ironia, ela petrificaria em sarcasmo. E de que serviria então? O sarcasmo era ironia que tinha perdido a alma.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Pétala nº 1986

“A amizade é uma espécie de fraternidade que elegemos.” 

José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Pétala nº 1985

“Esperamos demasiado do futuro – na esperança de que ele se oponha ao presente.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Pétala nº 1984

“Um banqueiro é um homem que te empresta o chapéu-de-chuva quando faz sol e que to tira quando começa a chover.” 

Mark Twain, escritor americano (1835-1910)

domingo, 29 de outubro de 2017

Pétala nº 1983

“Não podemos fugir ao nosso destino.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

sábado, 28 de outubro de 2017

Pétala nº 1982

“As lágrimas são as mais sinceras palavras.”

António Gomes, autor do blogue “Existe sempre um lugar”.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Pétala nº 1981

“A música foge às palavras: é esse o seu propósito e a sua majestade.” 

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “O ruído do tempo”, Ed. Quetzal, 2016

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Pétala nº 1980

“… rugas, flacidez e cabelos brancos, que fiquem registados como prova do que vivi.” 

Cristina Branco, fadista portuguesa (1972-)

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Pétala nº 1979

“Corrigir a verdade. É isso que todos fazemos quando se nos torna impossível corrigir a mentira.”

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

terça-feira, 24 de outubro de 2017

´Pétala nº 1978

“A inquietude é a verdadeira atitude diante da vida. “ 

Sören Kierkgaard, filósofo dinamarquês (1813-55) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Pétala nº 1977

“Quem dera que fosse verdade que a memória é selectiva.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

domingo, 22 de outubro de 2017

Pétala nº 1976

“A infância fica na nossa mente dos 8 aos 80, só temos que a alimentar.” 

Cristina Branco, fadista portuguesa (1972-)

sábado, 21 de outubro de 2017

Pétala nº 1975

“O silêncio de uma mãe não é uma declaração de paz, mas sim a bomba que põe termo à guerra.”

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Pétala nº 1974

“O progresso é impossível sem mudança. Aqueles que não conseguem mudar as suas mentes não conseguem mudar nada.” 

George Bernard Shaw, escritor irlandês (1856-1950)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Pétala nº 1973

“O pânico impede-nos de pensar.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Pétala nº 1972

“Magoar alguém é transferir para outrem a degradação que temos em nós.” 

Simone Weil, escritora e filósofa francesa (1909-43)

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Pétala nº 1971

“Que enganosa, a memória.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Pétala nº 1970

“Hoje desaprendo o que tinha aprendido até ontem e que amanhã recomeçarei a aprender.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

domingo, 15 de outubro de 2017

Pétala nº 1969

“O silêncio é às vezes uma das formas mais sofisticadas da mentira.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sábado, 14 de outubro de 2017

Pétala nº 1968

“A memória é a consciência inserida no tempo.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Pétala nº 1967

“Ninguém morre quando tem de morrer. Não existe a morte oportuna.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Pétala nº 1966

“É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade.”

Emanuel Kant, filósofo prussiano (1724-1804)

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Pétala nº 1965

“Ah, as palavras emprestadas, as palavras vazias, as malditas ubíquas palavras.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Pétala nº 1964

“A beleza é uma coisa terrível e espantosa. É o duelo do diabo e de Deus, sendo o coração humano o campo de batalha. “ 

Fiódor Dostoiévski, escritor russo (1821-81) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Pétala nº 1963

“Às vezes, a vida faz por nós coisas que nós não fazemos pela vida.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

domingo, 8 de outubro de 2017

Pétala nº 1962

“Ninguém sabe o que é a morte, mas não faz muita diferença, porque também nunca sabemos o que é a vida.” 

António Lobo Antunes, escritor português (1942-)

sábado, 7 de outubro de 2017

Pétala nº 1961

“A chorar aprende-se e cada um chora como sabe, como pode.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Pétala nº 1960

“Prudência é saber distinguir as coisas desejáveis das que convém evitar.” 

Cícero, filósofo da Roma-Antiga (-106/-43)

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Pétala nº 1959

“O choro é uma forma de expressão cultural, algo que se pode aprender.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Pétala nº 1958

“Perder tempo a aprender coisas que não interessam priva-nos de descobrir coisas interessantes.”

Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro (1902-87)

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Pétala nº 1957

“Todos os erros cobram a sua factura.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Pétala nº 1956

“Liberdade de voar num horizonte qualquer, liberdade de pousar onde o coração quiser.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

domingo, 1 de outubro de 2017

Pétala nº 1955

“A morte implanta o caos social até que os vivos se encarregam de reordenar de algum modo a realidade.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sábado, 30 de setembro de 2017

Pétala nº 1954

“Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror.” 

Charlie Chaplin, comediante britânico (1889-1977)

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Pétala nº 1953

“Lei de vida: no preciso instante em que alguém conta uma verdade, essa verdade converte-se numa história.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Pétala nº 1952

“Insiste em ti; nunca imites.”

Ralph Waldo Emerson, escritor norte-americano (1803-82)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Pétala nº 1951

“A memória dos seres humanos é virtual, como a dos computadores.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Pétala nº 1950

“O modo mais eficaz de seres útil à tua pátria é educares o teu filho.” 

Ramalho Ortigão, escritor português (1863-1915)

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Pétala nº 1949

“Nem sequer na memória os mortos sobrevivem.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

domingo, 24 de setembro de 2017

Pétala nº 1948

“O choro existe para o homem não explodir.” 

Artur da Távola, advogado, escritor, professor e político brasileiro (1936-2008) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

sábado, 23 de setembro de 2017

Pétala nº 1947

“O esquecimento é apenas a forma mais passiva de imaginação. Esquecer uma coisa é imaginar que não foi.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Pétala nº 1946

“Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria.” 

Jorge Luis Borges, escritor argentino (1899-1986)

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Pétala nº 1945

“Há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Pétala nº 1944

“A vida, pela sua natureza não pode ter garantias, ou sairia frustrado todo o seu propósito.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Pétala nº 1943

“A finalidade da arte não é agradar. O prazer é aqui um meio; não é neste caso um fim. A finalidade da arte é elevar.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Pétala nº 1942

“Se não conseguires amar-te a ti mesmo não podes amar outra pessoa.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

domingo, 17 de setembro de 2017

Pétala nº 1941

“O que é uma mulher? Eu lhes asseguro, eu não sei. Não acredito que vocês saibam." 

Virginia Woolf, escritora inglesa (1882 - 1941)

sábado, 16 de setembro de 2017

Pétala nº 1940

“Não há nada de assustador na vida se não te apegares aos resultados.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Pétala nº 1939

“A política é um tipo de circo em que os palhaços estão na plateia.” 

Orlando Orfei, escritor, actor italiano (1920-2015 )

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Pétala nº 1938

“Se não tiveres uma paixão por nada, não tens vida nenhuma.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Pétala nº 1937

“Os amigos, mesmo aqueles que têm a felicidade de se encontrar diariamente, sabem que são linhas paralelas destinadas a encontrar-se no infinito.” 

José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Pétala nº 1936

“O pensamento é energia pura.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Pétala nº 1935

"Deus é mais simples que as religiões".

Mário Quintana, poeta brasileiro (1906-94)

domingo, 10 de setembro de 2017

Pétala nº 1934

“A tua própria vida está como está por tua causa e pelas opções que fizeste, ou deixaste de fazer.”

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

sábado, 9 de setembro de 2017

Pétala nº 1933

“Os valores não se ensinam, praticam-se.” 

António Leuschner, psiquiatra português, Presidente do Conselho Nacional de Saúde Mental (1949-)

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Pétala nº 1932

“O amor prende, o amor liberta.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Pétala nº 1931

“Só quem já sentiu tristeza consegue verdadeiramente ser feliz.” 

António Leuschner, psiquiatra português, Presidente do Conselho Nacional de Saúde Mental (1949-)

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pétala nº 1930

“O amor é a energia que expande, abre, liberta, fica, revela, partilha, cura.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Pétala nº 1929

“Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre."

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Pétala nº 1928

“O medo é a energia que contrai, fecha, isola, foge, esconde, amealha, faz mal”. 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

domingo, 3 de setembro de 2017

Pétala nº 1927

“A perfeição não está nos olhos de quem a faz, mas principalmente nos de quem a vê”. 

Max Gehringer, escritor brasileiro de livros sobre carreiras e gestão empresarial (1949-)

sábado, 2 de setembro de 2017

Pétala nº 1926

“Não sei o que tem o tempo. Não sei qual a verdadeira medida que ele tem, se tem alguma.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Pétala nº 1925

“Os amigos, mesmo aqueles que têm a felicidade de se encontrar diariamente, sabem que são linhas paralelas destinadas a encontrar-se no infinito.” 

José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Pétala nº 1924

“Nada pesa tanto como o afeto alheio – nem o ódio alheio, pois que o ódio é mais intermitente que o afeto, sendo uma emoção desagradável, tende, por instinto de quem a tem, a ser menos frequente.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Pétala nº 1923

“A palavra deixou de ter conteúdo e de ter qualquer coisa dentro; é pronunciada com uma leviandade total."

José Saramago, escritor português (1922-2010) 
Prémio Nobel de Literatura, 1998

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Pétala nº 1922

“Se os outros me não conhecem, eu conheço-me, e tenho orgulho, um incomensurável orgulho em mim!” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Pétala nº 1921

“Uma mente agitada faz um travesseiro inquieto.” 

Charlotte Brontë, romancista e poetisa inglesa (1816-55)

domingo, 27 de agosto de 2017

Pétala nº 1920

“Tenho pela mentira um horror quase físico.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sábado, 26 de agosto de 2017

Pétala nº 1919

“Os livros têm os mesmos inimigos que o homem: o fogo, a humidade, os bichos, o tempo e o próprio conteúdo.” 

Paul Valéry, poeta francês (1871-1945)

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Pétala nº 1918

“Viver é não saber que se vive.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Pétala nº 1917

“A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar.” 

Rubem Alves, teólogo, pedagogo, poeta e filósofo brasileiro (1933-2014) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Pétala nº 1916

“A vida tem a incoerência dum sonho.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Pétala nº 1915

“É preciso amar as pessoas e usar as coisas e não amar as coisas e usar as pessoas.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Pétala nº 1914

“Que importa o desalento da vida se há a morte?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

domingo, 20 de agosto de 2017

Pétala nº 1913

“A família é um conjunto de pessoas que se defendem em bloco e se atacam em particular.” 

Condessa Diane, escritora francesa (1829-99)

sábado, 19 de agosto de 2017

Pétala nº 1912

“Que me importa a mediocridade do mundo se Eu sou Eu?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Pétala nº 1911

“Porque amei a vida, não terei nenhuma tristeza ao morrer.”

Amelia Burr, escritora norte-americana (1878-1968)

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Pétala nº 1910

“Que me importa a estima dos outros se eu tenho a minha?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Pétala nº 1909

“O afecto é um fabricante de ilusões, e quem quer que deseje o real deverá ser uma pessoa desinteressada.” 

Simone Weil, escritora e filósofa francesa (1909-43)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Pétala nº 1908

“Ser doido é a única forma de possuir e a maneira de ser alguma coisa de firme neste mundo.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Pétala nº 1907

“O mundo é um lugar perigoso para viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.” 

Albert Einstein, físico alemão (1879-1955)

domingo, 13 de agosto de 2017

Pétala nº 1906

“Viver não é parar: é continuamente renascer.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sábado, 12 de agosto de 2017

Pétala nº 1905

“A melhor maneira de prever o futuro é cria-lo”. 

Peter Drucker, professor e escritor austríaco (1909-2005)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Pétala nº 1904

“A morte pode vir quando quiser: trago as mãos cheias de rosas e o coração em festa; posso partir.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Pétala nº 1903

"Quem tem vida interior jamais padecerá de solidão". 

Artur da Távola, advogado, escritor, professor e político brasileiro (1936-2008) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Pétala nº 1902

“O casamento é brutal, como a posse é sempre brutal, sempre….” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981