terça-feira, 22 de agosto de 2017

Pétala nº 1915

“É preciso amar as pessoas e usar as coisas e não, amar as coisas e usar as pessoas.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Pétala nº 1914

“Que importa o desalento da vida se há a morte?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

domingo, 20 de agosto de 2017

Pétala nº 1913

“A família é um conjunto de pessoas que se defendem em bloco e se atacam em particular.” 

Condessa Diane, escritora francesa (1829-99)

sábado, 19 de agosto de 2017

Pétala nº 1912

“Que me importa a mediocridade do mundo se Eu sou Eu?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Pétala nº 1911

“Porque amei a vida, não terei nenhuma tristeza ao morrer.”

Amelia Burr, escritora norte-americana (1878-1968)

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Pétala nº 1910

“Que me importa a estima dos outros se eu tenho a minha?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Pétala nº 1909

“O afecto é um fabricante de ilusões, e quem quer que deseje o real deverá ser uma pessoa desinteressada.” 

Simone Weil, escritora e filósofa francesa (1909-43)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Pétala nº 1908

“Ser doido é a única forma de possuir e a maneira de ser alguma coisa de firme neste mundo.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Pétala nº 1907

“O mundo é um lugar perigoso para viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.” 

Albert Einstein, físico alemão (1879-1955)

domingo, 13 de agosto de 2017

Pétala nº 1906

“Viver não é parar: é continuamente renascer.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sábado, 12 de agosto de 2017

Pétala nº 1905

“A melhor maneira de prever o futuro é cria-lo”. 

Peter Drucker, professor e escritor austríaco (1909-2005)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Pétala nº 1904

“A morte pode vir quando quiser: trago as mãos cheias de rosas e o coração em festa; posso partir.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Pétala nº 1903

"Quem tem vida interior jamais padecerá de solidão". 

Artur da Távola, advogado, escritor, professor e político brasileiro (1936-2008) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Pétala nº 1902

“O casamento é brutal, como a posse é sempre brutal, sempre….” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Pétala nº 1901

“O museu transforma a obra em objecto.”

André Malraux, escritor francês (1901-76)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Pétala nº 1900

“Porque me não esqueço eu de viver… para viver?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

domingo, 6 de agosto de 2017

Pétala nº 1899

“ Eu? - bebo o horizonte...” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

sábado, 5 de agosto de 2017

Pétala nº 1898

“… as minhas cartas de amor não são mais que a realização da minha necessidade de fazer frases.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Pétala nº 1897

“Perde-se a vida quando a pretendemos resgatar à custa de demasiadas preocupações.” 

William Shakespeare, poeta e dramaturgo inglês (1564-1616)

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Pétala nº 1896

“As palavras são o muro de pedra e cal a fechar o horizonte infinito das grandes ideias claras.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Pétala nº 1895

“De tentação em tentação, de fraqueza em franqueza, os compromissos de consciência levam um homem honrado à prática de todos os crimes…” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Pétala nº 1894

“O estudo é a valorização da mente ao serviço da felicidade humana.” 

François Guizot, politico e historiador francês (1787-1874)

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Pétala nº 1893

“O fim da vida só há porque houve o começo dela.” 

Gilberto Gil, músico brasileiro (1942-)

domingo, 30 de julho de 2017

Pétala nº 1892

"Quem foi que um dia ousou lançar a um papel as letras ultrajantes da palavra cobardia, essa suprema afronta, esse insultante escarro, à face dos que querem morrer?!” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

sábado, 29 de julho de 2017

Pétala nº 1891

“Quando eu nasci, as frases que hão-de salvaguardar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa – salvar a humanidade.” 

Almada Negreiros, pintor e escritor português (1893-1970)

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Pétala nº 1890

“Que estranhos poderes de vidente têm os olhos da mãe”. 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Pétala nº 1889

“A leitura não deve ser mais do que um exercício para nos obrigar a pensar.” 

Edward Gibbon, historiador inglês (1737-94)

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Pétala nº 1888

“O mundo é dos vivos, os mortos têm o seu à parte.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

terça-feira, 25 de julho de 2017

Pétala nº 1887

“Não pode ser seu amigo quem exige seu silêncio.” 

Alice Walker, escritora norte-americana (1944-)

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Pétala nº 1886

“Tenho a certeza de que os mortos não voltam.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

domingo, 23 de julho de 2017

Pétala nº 1885

“A fé é uma visão das coisas que não se veem.” 

Italo Calvino, escritor italiano nascido em Cuba (1923-85)

sábado, 22 de julho de 2017

Pétala nº 1884

“As palavras são túmulos: estão vazias.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930)

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Pétala nº 1883

“Ciúmes é um sentimento inútil e não torna ninguém fiel a você.” 

Artur da Távola, advogado, escritor, professor e político brasileiro (1936-2008) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Pétala nº 1882

“A vida é um novelo que alguém emaranhou.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Pétala nº 1881

“Se em um instante se nasce e um instante se morre, um instante é o bastante pra vida inteira.”

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

terça-feira, 18 de julho de 2017

Pétala nº 1880

“Nunca durmo: vivo e sonho, ou antes, sonho em vida e a dormir, que também é vida.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Pétala nº 1879

“Olhe as pessoas nos olhos.”

H. Jackson Brown, escritor norte-americano (1940-)

domingo, 16 de julho de 2017

Pétala nº 1878

“Não comungo, não comungarei nunca, não poderei, suponho, alguma vez comungar aquele conceito bastardo pelo qual somos, como almas, consequências de uma coisa material chamada cérebro, que existe, por condição, dentro de outra coisa material chamada crânio.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”,  Ed. Tinta da China, 2014

sábado, 15 de julho de 2017

Pétala nº 1877

“O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um ego que guia, um morto que vive.” 

António Vieira, padre e escritor português (1608-1697)

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Pétala nº 1876

“O mundo é de quem não sente.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Pétala nº 1875

“A literatura é um processo de libertação e, por conseguinte, aspira à liberdade.” 

Fernando Namora, médico e escritor português (1919-89)

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Pétala nº 1874

“A oportunidade é como o dinheiro, que, aliás, não é mais que uma oportunidade.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

terça-feira, 11 de julho de 2017

Pétala nº 1873

“Minha mãe achava estudo a coisa mais fina do mundo. Não é. A coisa mais fina do mundo é o sentimento.” 

 Adélia Prado, poetisa, professora, filósofa e contista brasileira (1935-) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Pétala nº 1872

“Os motivos dos suicidas são sempre misteriosos.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

domingo, 9 de julho de 2017

Pétala nº 1871

“O verbo ler não suporta o imperativo”. 

Gianni Rodari, jornalista, escritor e poeta italiano (1920-80)

sábado, 8 de julho de 2017

Pétala nº 1870

“O ciúme é como uma violenta dor de dentes.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Pétala nº 1869

“Há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Pétala nº 1868

“O ciúme ocupa o espírito ainda mais completamente do que o trabalho intelectual apaixonado.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Pétala nº 1867

“O escritor é aquela pessoa que tem mais dificuldade para escrever que as outras. “ 

Thomas Mann, escritor alemão (1875-1955)

terça-feira, 4 de julho de 2017

Pétala nº 1866

“Não há nada como o ciúme para absorver o ser humano por inteiro.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Pétala nº 1865

“O conhecimento do próximo tem isto de especial: passa necessariamente pelo conhecimento de si mesmo.” 

Italo Calvino, escritor italiano nascido em Cuba (1923-85)

domingo, 2 de julho de 2017

Pétala nº 1864

“O temperamento de um homem é decidido pelo que forem as suas manhãs.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

sábado, 1 de julho de 2017

Pétala nº 1863

“É preciso fazer compreender à criança que a leitura é o mais movimentado, o mais variado, o mais engraçado dos mundos.” 

Alceu Amoroso Lima, crítico literário, professor, pensador, escritor e líder católico brasileiro (1893- 1983)

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Pétala nº 1862

“Como nasce e termina o amor? Que subterfúgios são usados para iludir e desiludir? "

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O outro homem”, Ed. Asa, 2004

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Pétala nº 1861

“Não é a reposta que nos ilumina, mas sim a pergunta.” 

Eugéne Ionesco, dramaturgo romeno (1909-94)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Pétala nº 1860

“O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor.” 

Raduan Nassar, escritor brasileiro (1935-), in “Lavoura arcaica”, Ed. Companhia das letras, 2016

terça-feira, 27 de junho de 2017

Pétala nº 1859

“A ciência não é uma ilusão, mas seria uma ilusão acreditar que poderemos encontrar noutro lugar o que ela não nos pode dar.” 

Sigmund Freud, médico inglês, fundador da psicanálise (1856-1939)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Pétala nº 1858

“As camadas da nossa vida repousam tão perto umas das outras que no presente adivinhamos sempre
 o passado, que não está posto de parte e acabado, mas presente e vivido.” 

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O leitor”, Ed. Asa, 2009

domingo, 25 de junho de 2017

Pétala nº 1857

“A fé é uma visão das coisas que não se veem.” 

 Italo Calvino, escritor italiano nascido em Cuba (1923-85)

sábado, 24 de junho de 2017

Pétala nº 1856

“Por que razão, quando olhamos para trás, o que era bonito se torna quebradiço, revelando verdades amargas?” 

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O leitor”, Ed. Asa, 2009

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Pétala nº 1855

“Não julgues ninguém, porque não vês os motivos e sim os actos.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Pétala nº 1854

“Que tempos aborrecidos os da doença durante a infância e a juventude!” 

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O leitor”, Ed. Asa, 2009

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Pétala nº 1853

“Eu quero a memória acesa depois da angústia apagada.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

terça-feira, 20 de junho de 2017

Pétala nº 1852

“Adivinha-se sempre mal uma idade a que ainda não se chegou nem se está perto de chegar.”

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O leitor”, Ed. Asa, 2009

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Pétala nº 1851

“O optimismo é a fé em acção. Nada se pode levar a efeito sem optimismo.” 

Hellen Keller, educadora (1880-1968)

domingo, 18 de junho de 2017

Pétala nº 1850

“Os motivos dos suicidas são sempre misteriosos.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

sábado, 17 de junho de 2017

Pétala nº 1849

“A História repete-se mas é sempre encantadora.” 

Gérard Depardieu, actor francês (1948-)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Pétala nº 1848

“O ciúme ocupa o espírito ainda mais completamente do que um trabalho intelectual apaixonado.”

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Pétala nº 1847

“Penso que sendo o céu redondo, um dia nos encontraremos...” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Pétala nº 1846

“O ciúme é como uma terrível dor de dentes. Não se pode fazer nada quando se está com ciúmes, nem sequer estar sentado. Só se pode ir e vir. De uma lado para o outro.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

terça-feira, 13 de junho de 2017

Pétala nº 1845

“Pela grossura da camada de pó que cobre a lombada dos livros de uma biblioteca pública pode medir-se a cultura de um povo."

John Steinbeck, escritor americano (1902-68) 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Pétala nº 1844

“Não há nada como o ciúme para absorver um ser humano por inteiro.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

domingo, 11 de junho de 2017

Pétala nº 1843

“Sê tolerante porque não tens certeza de nada.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

sábado, 10 de junho de 2017

Pétala nº 1842

“O desejo de ordem é ao mesmo tempo desejo de morte, porque a vida é perpétua violação da ordem.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Pétala nº 1841

“Em política a comunhão de ódios é quase sempre a base das amizades.” 

Alexis de Tocqueville, politólogo e historiador francês (1805-59)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Pétala nº 1840

“Um amor excessivo é um amor culpado.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Pétala nº 1839

“Lembre-se de que os vencedores fazem aquilo que os perdedores não querem fazer.” 

H. Jackson Brown, escritor norte-americano (1940-)

terça-feira, 6 de junho de 2017

Pétala nº 1838

“Seduzir uma mulher está ao alcance do primeiro imbecil que apareça. Mas é preciso também saber romper; é isso que distingue um homem amadurecido.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Pétala nº 1837

“A leitura de um grande livro é muito mais rica que assistir a um grande filme .” 

Steven Spielberg, cineasta norte-americano (1946-)

domingo, 4 de junho de 2017

Pétala nº 1836

“O temperamento de um homem é decidido pelo que forem as suas manhãs.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

sábado, 3 de junho de 2017

Pétala nº 1835

“Ter pressa é universal porque toda a gente está em fuga de si própria.” 

Friedrich Nietzche, filósofo alemão (1844-1900

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Pétala nº 1834

“Estou triste de sentir, e reflicto-o à janela ao som da água que pinga e da chuva que cai.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Pétala nº 1833

“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.”

Jorge Luis Borges, escritor argentino (1899-1986)

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Pétala nº 1832

“Que me pesa que ninguém leia o que escrevo? Escrevo-me para me distrair de viver e publico-o porque o jogo tem essa regra.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

terça-feira, 30 de maio de 2017

Pétala nº 1831

“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.” 

Bill Gates, magnata, filantropo e autor norte-americano (1955-)

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Pétala nº 1830

“Feliz quem não exige da vida mais do que ela espontaneamente lhe dá.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

domingo, 28 de maio de 2017

Pétala nº 1829

“A leitura traz ao homem plenitude, o discurso segurança e a escrita exactidão.” 

Francis Bacon, filósofo inglês (1561-1626)

sábado, 27 de maio de 2017

Pétala nº 1828

“Não é bom desejar muito uma coisa. Pode arredar a sorte.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “A Pérola”, Ed. Livros do Brasil, 2015 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Pétala nº 1827

“Nada é tão absoluto que não possa ser dito por um filósofo.”

 Cícero, filósofo da Roma-Antiga (-106/-43)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Pétala nº 1826

“A vida é um acidente.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Pétala nº 1825

“Clássico é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer.” 

Italo Calvino, escritor italiano nascido em Cuba (1923-85)

terça-feira, 23 de maio de 2017

Pétala nº 1824

“O amor é curioso, quer luz, quer a realidade, sim, antes de tudo o mais, quer ver.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Pétala nº 1823

“É fácil trocar as palavras, difícil é interpretar os silêncios!” 

 Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

domingo, 21 de maio de 2017

Pétala nº 1822

“Um beijo é sempre virtuoso; a palavra que fala do beijo é sempre impúdica.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

sábado, 20 de maio de 2017

Pétala nº 1821

“Não há mulheres perigosas, há apenas homens fracos."

André Maurois, escritor francês (1885-1967)

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Pétala nº 1820

“Estranho elemento da vida o tempo, que não pode ser medido pelas suas próprias medidas.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Pétala nº 1819

“Sou triste por que sonhei coisas inalcançáveis que não se deve sonhar ...”

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Pétala nº 1818

“É inútil chorarmos sobre o tempo que passa.”

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

terça-feira, 16 de maio de 2017

Pétala nº 1817

“As biografias são apenas as roupas e os botões da pessoa. A vida da própria pessoa não pode ser escrita.” 

Mark Twain, escritor americano (1835-1910)

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Pétala nº 1816

“Aprendemos tudo sempre muito tarde.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

domingo, 14 de maio de 2017

Pétala nº 1815

“Lê-me, ó Leitor, se te agrada ler-me, porque muito raramente regressarei a este mundo.” 

Leonardo da Vinci, cientista, inventor, pintor, escritor italiano (1452-1519

sábado, 13 de maio de 2017

Pétala nº 1814

“A agressão nada resolve entre os homens.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Pétala nº 1813

“O matrimónio é algo no qual é necessário trabalhar permanentemente e nunca está pronto.” 

André Maurois, escritor francês (1885-1967)

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Pétala nº 1812

“As palavras soam mais facilmente do que as folhas de outono.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Pétala nº 1811

“Quando o sol se esconde é que percebemos a sua grandeza.” 

Séneca, filósofo e escritor da Roma Antiga (-4/65) 

(Pétala enviada por Tais Luso)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Pétala nº 1810

“Na solidão… aprendi que o pensamento corta como uma tesoura e é precioso como ouro lavado.”

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Pétala nº 1809

“Tenho medo dos estúpidos, porque os estúpidos podem desestabilizar.”

Gérard Depardieu, actor francês (1948-)

domingo, 7 de maio de 2017

Pétala nº 1808

“Tenho de gastar tudo para um dia saber escrever. A vida, e tudo o que a vida dá.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

sábado, 6 de maio de 2017

Pétala nº 1807

“A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Pétala nº 1806

“Nunca se vive que chegue.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A conversa em Bolzano”, Ed. D. Quixote, 2014

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Tétala nº 1805

“Só quem já sentiu tristeza consegue verdadeiramente ser feliz.” 

António Leuschner, psiquiatra português, Presidente do conselho Nacional de Saúde Mental.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Pétala nº 1804

“Se pensam que é difícil falar sobre dinheiro quando se está totalmente apaixonado, experimentem falar sobre ele mais tarde, quando estiverem desiludidos, zangados e o amor tiver morrido”. 

Elizabeth Gilbert, escritora norte-americana (1969-) in “Comprometida, Ed. Bertrand, 2010

terça-feira, 2 de maio de 2017

Pétala nº 1803

“Os valores não se ensinam. Praticam-se.” 

António Leuschner, psiquiatra português, Presidente do conselho Nacional de Saúde Mental.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Pétala nº 1802

“O casamento não é apenas uma história de amor privada, mas também um contrato social e económico dos mais rigorosos.” 

Elizabeth Gilbert, escritora norte-americana (1969-) in “Comprometida", Ed. Bertrand, 2010

domingo, 30 de abril de 2017

Pétala nº 1801

“Os actos da vida anterior dão direcção à vida actual”. 

Liev Tolstói, escritor russo (1828-1910)

sábado, 29 de abril de 2017

Pétala nº 1800

“Como é que alguém pode prever, no início de uma história de amor, aquilo que os anos poderão trazer?"

Elizabeth Gilbert, escritora norte-americana (1969-) in “Comprometida", Ed. Bertrand, 2010

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Pétala nº 1799

“A imaginação contribui para um conhecimento vital e inteiro da vida.” 

José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Pétala nº 1798

“O orgulho pode ser um obstáculo no caminho do perdão.” 

Brian L. Weiss, psiquiatra americano, especialista em terapia de vidas passadas (1944-), in “Só o amor é real”, Ed. Pergaminho,1999

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Pétala nº 1797

“Toda a memória humana é carregada de mágoas e inquietações. Se eu tivesse o poder de esquecer, eu esqueceria.” 

Charles Dickens, escritor inglês (1812-70) 

(Pétala enviada por Tais Luso)

terça-feira, 25 de abril de 2017

Pétala nº 1796

“O passado deve ser lembrado e depois esquecido. Deixa-o ir.” 

Brian L. Veiss, psiquiatra americano especialista em terapia de vidas passadas (1944-), in “Só o amor é real”, Ed. Pergaminho,1999

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Pétala nº 1795

“Este tempo que nos é dado escapa-se-nos de forma tão veloz e rápida que a maioria já chegou ao fim quando finalmente estaria preparada para viver.” 

Séneca, filósofo e escritor da Roma Antiga (-4/65)

domingo, 23 de abril de 2017

Pétala nº 1794

“O amor dissipa o medo”.

Brian L. Veiss, psiquiatra americano especialista em terapia de vidas passadas (1944-), in “Só o amor é real”, Ed. Pergaminho,1999

sábado, 22 de abril de 2017

Pétala nº 1793

“- De que são feitos os dias? 
  - De pequenos desejos, vagarosas saudades, silenciosas lembranças.”

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Pétala nº 1792

“O amor é uma flor de todas as estações”.

Brian L. Veiss, psiquiatra americano especialista em terapia de vidas passadas (1944-), in “Só o amor é real”, Ed. Pergaminho,1999

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Pétala nº 1791

“Antes de ires para a guerra, diz uma oração. Antes de ires para o mar, diz duas orações. Antes de casares, diz três.” 

Provérbio polaco.