segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Pétala nº 1970

“Hoje desaprendo o que tinha aprendido até ontem e que amanhã recomeçarei a aprender.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

domingo, 15 de outubro de 2017

Pétala nº 1969

“O silêncio é às vezes uma das formas mais sofisticadas da mentira.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sábado, 14 de outubro de 2017

Pétala nº 1968

“A memória é a consciência inserida no tempo.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Pétala nº 1967

“Ninguém morre quando tem de morrer. Não existe a morte oportuna.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Pétala nº 1966

“É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade.”

Emanuel Kant, filósofo prussiano (1724-1804)

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Pétala nº 1965

“Ah, as palavras emprestadas, as palavras vazias, as malditas ubíquas palavras.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Pétala nº 1964

“A beleza é uma coisa terrível e espantosa. É o duelo do diabo e de Deus, sendo o coração humano o campo de batalha. “ 

Fiódor Dostoiévski, escritor russo (1821-81) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Pétala nº 1963

“Às vezes, a vida faz por nós coisas que nós não fazemos pela vida.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

domingo, 8 de outubro de 2017

Pétala nº 1962

“Ninguém sabe o que é a morte, mas não faz muita diferença, porque também nunca sabemos o que é a vida.” 

António Lobo Antunes, escritor português (1942-)

sábado, 7 de outubro de 2017

Pétala nº 1961

“A chorar aprende-se e cada um chora como sabe, como pode.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Pétala nº 1960

“Prudência é saber distinguir as coisas desejáveis das que convém evitar.” 

Cícero, filósofo da Roma-Antiga (-106/-43)

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Pétala nº 1959

“O choro é uma forma de expressão cultural, algo que se pode aprender.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Pétala nº 1958

“Perder tempo a aprender coisas que não interessam priva-nos de descobrir coisas interessantes.”

Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro (1902-87)

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Pétala nº 1957

“Todos os erros cobram a sua factura.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Pétala nº 1956

“Liberdade de voar num horizonte qualquer, liberdade de pousar onde o coração quiser.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

domingo, 1 de outubro de 2017

Pétala nº 1955

“A morte implanta o caos social até que os vivos se encarregam de reordenar de algum modo a realidade.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sábado, 30 de setembro de 2017

Pétala nº 1954

“Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror.” 

Charlie Chaplin, comediante britânico (1889-1977)

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Pétala nº 1953

“Lei de vida: no preciso instante em que alguém conta uma verdade, essa verdade converte-se numa história.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Pétala nº 1952

“Insiste em ti; nunca imites.”

Ralph Waldo Emerson, escritor norte-americano (1803-82)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Pétala nº 1951

“A memória dos seres humanos é virtual, como a dos computadores.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Pétala nº 1950

“O modo mais eficaz de seres útil à tua pátria é educares o teu filho.” 

Ramalho Ortigão, escritor português (1863-1915)

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Pétala nº 1949

“Nem sequer na memória os mortos sobrevivem.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

domingo, 24 de setembro de 2017

Pétala nº 1948

“O choro existe para o homem não explodir.” 

Artur da Távola, advogado, escritor, professor e político brasileiro (1936-2008) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

sábado, 23 de setembro de 2017

Pétala nº 1947

“O esquecimento é apenas a forma mais passiva de imaginação. Esquecer uma coisa é imaginar que não foi.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Pétala nº 1946

“Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria.” 

Jorge Luis Borges, escritor argentino (1899-1986)

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Pétala nº 1945

“Há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Pétala nº 1944

“A vida, pela sua natureza não pode ter garantias, ou sairia frustrado todo o seu propósito.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Pétala nº 1943

“A finalidade da arte não é agradar. O prazer é aqui um meio; não é neste caso um fim. A finalidade da arte é elevar.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Pétala nº 1942

“Se não conseguires amar-te a ti mesmo não podes amar outra pessoa.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

domingo, 17 de setembro de 2017

Pétala nº 1941

“O que é uma mulher? Eu lhes asseguro, eu não sei. Não acredito que vocês saibam." 

Virginia Woolf, escritora inglesa (1882 - 1941)

sábado, 16 de setembro de 2017

Pétala nº 1940

“Não há nada de assustador na vida se não te apegares aos resultados.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Pétala nº 1939

“A política é um tipo de circo em que os palhaços estão na plateia.” 

Orlando Orfei, escritor, actor italiano (1920-2015 )

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Pétala nº 1938

“Se não tiveres uma paixão por nada, não tens vida nenhuma.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Pétala nº 1937

“Os amigos, mesmo aqueles que têm a felicidade de se encontrar diariamente, sabem que são linhas paralelas destinadas a encontrar-se no infinito.” 

José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Pétala nº 1936

“O pensamento é energia pura.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Pétala nº 1935

"Deus é mais simples que as religiões".

Mário Quintana, poeta brasileiro (1906-94)

domingo, 10 de setembro de 2017

Pétala nº 1934

“A tua própria vida está como está por tua causa e pelas opções que fizeste, ou deixaste de fazer.”

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

sábado, 9 de setembro de 2017

Pétala nº 1933

“Os valores não se ensinam, praticam-se.” 

António Leuschner, psiquiatra português, Presidente do Conselho Nacional de Saúde Mental (1949-)

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Pétala nº 1932

“O amor prende, o amor liberta.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Pétala nº 1931

“Só quem já sentiu tristeza consegue verdadeiramente ser feliz.” 

António Leuschner, psiquiatra português, Presidente do Conselho Nacional de Saúde Mental (1949-)

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pétala nº 1930

“O amor é a energia que expande, abre, liberta, fica, revela, partilha, cura.” 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Pétala nº 1929

“Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre."

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Pétala nº 1928

“O medo é a energia que contrai, fecha, isola, foge, esconde, amealha, faz mal”. 

Neale Donald Walsch, escritor norte-americano (1943-), in “Conversas com Deus”, Ed. Sinais do tempo, 2013

domingo, 3 de setembro de 2017

Pétala nº 1927

“A perfeição não está nos olhos de quem a faz, mas principalmente nos de quem a vê”. 

Max Gehringer, escritor brasileiro de livros sobre carreiras e gestão empresarial (1949-)

sábado, 2 de setembro de 2017

Pétala nº 1926

“Não sei o que tem o tempo. Não sei qual a verdadeira medida que ele tem, se tem alguma.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Pétala nº 1925

“Os amigos, mesmo aqueles que têm a felicidade de se encontrar diariamente, sabem que são linhas paralelas destinadas a encontrar-se no infinito.” 

José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Pétala nº 1924

“Nada pesa tanto como o afeto alheio – nem o ódio alheio, pois que o ódio é mais intermitente que o afeto, sendo uma emoção desagradável, tende, por instinto de quem a tem, a ser menos frequente.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Pétala nº 1923

“A palavra deixou de ter conteúdo e de ter qualquer coisa dentro; é pronunciada com uma leviandade total."

José Saramago, escritor português (1922-2010) 
Prémio Nobel de Literatura, 1998

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Pétala nº 1922

“Se os outros me não conhecem, eu conheço-me, e tenho orgulho, um incomensurável orgulho em mim!” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Pétala nº 1921

“Uma mente agitada faz um travesseiro inquieto.” 

Charlotte Brontë, romancista e poetisa inglesa (1816-55)

domingo, 27 de agosto de 2017

Pétala nº 1920

“Tenho pela mentira um horror quase físico.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sábado, 26 de agosto de 2017

Pétala nº 1919

“Os livros têm os mesmos inimigos que o homem: o fogo, a humidade, os bichos, o tempo e o próprio conteúdo.” 

Paul Valéry, poeta francês (1871-1945)

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Pétala nº 1918

“Viver é não saber que se vive.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Pétala nº 1917

“A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar.” 

Rubem Alves, teólogo, pedagogo, poeta e filósofo brasileiro (1933-2014) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Pétala nº 1916

“A vida tem a incoerência dum sonho.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Pétala nº 1915

“É preciso amar as pessoas e usar as coisas e não amar as coisas e usar as pessoas.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Pétala nº 1914

“Que importa o desalento da vida se há a morte?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

domingo, 20 de agosto de 2017

Pétala nº 1913

“A família é um conjunto de pessoas que se defendem em bloco e se atacam em particular.” 

Condessa Diane, escritora francesa (1829-99)

sábado, 19 de agosto de 2017

Pétala nº 1912

“Que me importa a mediocridade do mundo se Eu sou Eu?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Pétala nº 1911

“Porque amei a vida, não terei nenhuma tristeza ao morrer.”

Amelia Burr, escritora norte-americana (1878-1968)

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Pétala nº 1910

“Que me importa a estima dos outros se eu tenho a minha?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Pétala nº 1909

“O afecto é um fabricante de ilusões, e quem quer que deseje o real deverá ser uma pessoa desinteressada.” 

Simone Weil, escritora e filósofa francesa (1909-43)

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Pétala nº 1908

“Ser doido é a única forma de possuir e a maneira de ser alguma coisa de firme neste mundo.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Pétala nº 1907

“O mundo é um lugar perigoso para viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.” 

Albert Einstein, físico alemão (1879-1955)

domingo, 13 de agosto de 2017

Pétala nº 1906

“Viver não é parar: é continuamente renascer.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sábado, 12 de agosto de 2017

Pétala nº 1905

“A melhor maneira de prever o futuro é cria-lo”. 

Peter Drucker, professor e escritor austríaco (1909-2005)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Pétala nº 1904

“A morte pode vir quando quiser: trago as mãos cheias de rosas e o coração em festa; posso partir.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Pétala nº 1903

"Quem tem vida interior jamais padecerá de solidão". 

Artur da Távola, advogado, escritor, professor e político brasileiro (1936-2008) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Pétala nº 1902

“O casamento é brutal, como a posse é sempre brutal, sempre….” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Pétala nº 1901

“O museu transforma a obra em objecto.”

André Malraux, escritor francês (1901-76)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Pétala nº 1900

“Porque me não esqueço eu de viver… para viver?” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

domingo, 6 de agosto de 2017

Pétala nº 1899

“ Eu? - bebo o horizonte...” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

sábado, 5 de agosto de 2017

Pétala nº 1898

“… as minhas cartas de amor não são mais que a realização da minha necessidade de fazer frases.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “Diário do último ano”, Livraria Bertrand, 1981

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Pétala nº 1897

“Perde-se a vida quando a pretendemos resgatar à custa de demasiadas preocupações.” 

William Shakespeare, poeta e dramaturgo inglês (1564-1616)

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Pétala nº 1896

“As palavras são o muro de pedra e cal a fechar o horizonte infinito das grandes ideias claras.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Pétala nº 1895

“De tentação em tentação, de fraqueza em franqueza, os compromissos de consciência levam um homem honrado à prática de todos os crimes…” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Pétala nº 1894

“O estudo é a valorização da mente ao serviço da felicidade humana.” 

François Guizot, politico e historiador francês (1787-1874)

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Pétala nº 1893

“O fim da vida só há porque houve o começo dela.” 

Gilberto Gil, músico brasileiro (1942-)

domingo, 30 de julho de 2017

Pétala nº 1892

"Quem foi que um dia ousou lançar a um papel as letras ultrajantes da palavra cobardia, essa suprema afronta, esse insultante escarro, à face dos que querem morrer?!” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

sábado, 29 de julho de 2017

Pétala nº 1891

“Quando eu nasci, as frases que hão-de salvaguardar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa – salvar a humanidade.” 

Almada Negreiros, pintor e escritor português (1893-1970)

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Pétala nº 1890

“Que estranhos poderes de vidente têm os olhos da mãe”. 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Pétala nº 1889

“A leitura não deve ser mais do que um exercício para nos obrigar a pensar.” 

Edward Gibbon, historiador inglês (1737-94)

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Pétala nº 1888

“O mundo é dos vivos, os mortos têm o seu à parte.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

terça-feira, 25 de julho de 2017

Pétala nº 1887

“Não pode ser seu amigo quem exige seu silêncio.” 

Alice Walker, escritora norte-americana (1944-)

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Pétala nº 1886

“Tenho a certeza de que os mortos não voltam.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

domingo, 23 de julho de 2017

Pétala nº 1885

“A fé é uma visão das coisas que não se veem.” 

Italo Calvino, escritor italiano nascido em Cuba (1923-85)

sábado, 22 de julho de 2017

Pétala nº 1884

“As palavras são túmulos: estão vazias.”

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930)

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Pétala nº 1883

“Ciúmes é um sentimento inútil e não torna ninguém fiel a você.” 

Artur da Távola, advogado, escritor, professor e político brasileiro (1936-2008) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Pétala nº 1882

“A vida é um novelo que alguém emaranhou.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Pétala nº 1881

“Se em um instante se nasce e um instante se morre, um instante é o bastante pra vida inteira.”

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

terça-feira, 18 de julho de 2017

Pétala nº 1880

“Nunca durmo: vivo e sonho, ou antes, sonho em vida e a dormir, que também é vida.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Pétala nº 1879

“Olhe as pessoas nos olhos.”

H. Jackson Brown, escritor norte-americano (1940-)

domingo, 16 de julho de 2017

Pétala nº 1878

“Não comungo, não comungarei nunca, não poderei, suponho, alguma vez comungar aquele conceito bastardo pelo qual somos, como almas, consequências de uma coisa material chamada cérebro, que existe, por condição, dentro de outra coisa material chamada crânio.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”,  Ed. Tinta da China, 2014

sábado, 15 de julho de 2017

Pétala nº 1877

“O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um ego que guia, um morto que vive.” 

António Vieira, padre e escritor português (1608-1697)

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Pétala nº 1876

“O mundo é de quem não sente.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Pétala nº 1875

“A literatura é um processo de libertação e, por conseguinte, aspira à liberdade.” 

Fernando Namora, médico e escritor português (1919-89)

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Pétala nº 1874

“A oportunidade é como o dinheiro, que, aliás, não é mais que uma oportunidade.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

terça-feira, 11 de julho de 2017

Pétala nº 1873

“Minha mãe achava estudo a coisa mais fina do mundo. Não é. A coisa mais fina do mundo é o sentimento.” 

 Adélia Prado, poetisa, professora, filósofa e contista brasileira (1935-) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Pétala nº 1872

“Os motivos dos suicidas são sempre misteriosos.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

domingo, 9 de julho de 2017

Pétala nº 1871

“O verbo ler não suporta o imperativo”. 

Gianni Rodari, jornalista, escritor e poeta italiano (1920-80)

sábado, 8 de julho de 2017

Pétala nº 1870

“O ciúme é como uma violenta dor de dentes.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Pétala nº 1869

“Há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Pétala nº 1868

“O ciúme ocupa o espírito ainda mais completamente do que o trabalho intelectual apaixonado.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Pétala nº 1867

“O escritor é aquela pessoa que tem mais dificuldade para escrever que as outras. “ 

Thomas Mann, escritor alemão (1875-1955)

terça-feira, 4 de julho de 2017

Pétala nº 1866

“Não há nada como o ciúme para absorver o ser humano por inteiro.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Pétala nº 1865

“O conhecimento do próximo tem isto de especial: passa necessariamente pelo conhecimento de si mesmo.” 

Italo Calvino, escritor italiano nascido em Cuba (1923-85)

domingo, 2 de julho de 2017

Pétala nº 1864

“O temperamento de um homem é decidido pelo que forem as suas manhãs.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”,Publicações Dom Quixote, 1989

sábado, 1 de julho de 2017

Pétala nº 1863

“É preciso fazer compreender à criança que a leitura é o mais movimentado, o mais variado, o mais engraçado dos mundos.” 

Alceu Amoroso Lima, crítico literário, professor, pensador, escritor e líder católico brasileiro (1893- 1983)

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Pétala nº 1862

“Como nasce e termina o amor? Que subterfúgios são usados para iludir e desiludir? "

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O outro homem”, Ed. Asa, 2004

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Pétala nº 1861

“Não é a reposta que nos ilumina, mas sim a pergunta.” 

Eugéne Ionesco, dramaturgo romeno (1909-94)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Pétala nº 1860

“O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor.” 

Raduan Nassar, escritor brasileiro (1935-), in “Lavoura arcaica”, Ed. Companhia das letras, 2016

terça-feira, 27 de junho de 2017

Pétala nº 1859

“A ciência não é uma ilusão, mas seria uma ilusão acreditar que poderemos encontrar noutro lugar o que ela não nos pode dar.” 

Sigmund Freud, médico inglês, fundador da psicanálise (1856-1939)

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Pétala nº 1858

“As camadas da nossa vida repousam tão perto umas das outras que no presente adivinhamos sempre
 o passado, que não está posto de parte e acabado, mas presente e vivido.” 

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O leitor”, Ed. Asa, 2009

domingo, 25 de junho de 2017

Pétala nº 1857

“A fé é uma visão das coisas que não se veem.” 

 Italo Calvino, escritor italiano nascido em Cuba (1923-85)

sábado, 24 de junho de 2017

Pétala nº 1856

“Por que razão, quando olhamos para trás, o que era bonito se torna quebradiço, revelando verdades amargas?” 

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O leitor”, Ed. Asa, 2009

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Pétala nº 1855

“Não julgues ninguém, porque não vês os motivos e sim os actos.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935) 

(Pétala enviada por Tais Luso.)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Pétala nº 1854

“Que tempos aborrecidos os da doença durante a infância e a juventude!” 

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O leitor”, Ed. Asa, 2009

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Pétala nº 1853

“Eu quero a memória acesa depois da angústia apagada.” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

terça-feira, 20 de junho de 2017

Pétala nº 1852

“Adivinha-se sempre mal uma idade a que ainda não se chegou nem se está perto de chegar.”

Bernhard Schlink, escritor alemão (1944-), in “O leitor”, Ed. Asa, 2009

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Pétala nº 1851

“O optimismo é a fé em acção. Nada se pode levar a efeito sem optimismo.” 

Hellen Keller, educadora (1880-1968)

domingo, 18 de junho de 2017

Pétala nº 1850

“Os motivos dos suicidas são sempre misteriosos.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

sábado, 17 de junho de 2017

Pétala nº 1849

“A História repete-se mas é sempre encantadora.” 

Gérard Depardieu, actor francês (1948-)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Pétala nº 1848

“O ciúme ocupa o espírito ainda mais completamente do que um trabalho intelectual apaixonado.”

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Pétala nº 1847

“Penso que sendo o céu redondo, um dia nos encontraremos...” 

Cecília Meireles, jornalista, escritora e professora brasileira (1901-64)

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Pétala nº 1846

“O ciúme é como uma terrível dor de dentes. Não se pode fazer nada quando se está com ciúmes, nem sequer estar sentado. Só se pode ir e vir. De uma lado para o outro.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A valsa do adeus”, Ed. Dom Quixote, 1989