BUZZ ALDRIN, astronauta norte-americano (1930-) citado por MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “O nervo ótico”, Ed. D. Quixote, 2018
“Mal administrada, a história da arte pode ser letal como a estricnina.” MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “O nervo ótico”, Ed. D. Quixote, 2018
“O passado, tal como o futuro, é indefinido e existe apenas como um espectro de possibilidades.” STEPHEN HAWKING, físico e cosmólogo britânico (1942-2018)
JULES RENARD, escritor francês (1864-1910) citado por MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “O nervo ótico”, Ed. D. Quixote, 2018
“Escrever para alguém é como escrever a alguém. Sentes-te imediatamente obrigado a mentir.”
JULES RENARD, escritor francês (1864-1910) citado por MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “O nervo ótico”, Ed. D. Quixote, 2018
“Que monótona seria a neve se Deus não tivesse criado os corvos.”
JULES RENARD, escritor francês (1864-1910) citado por MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “O nervo ótico”, Ed. D. Quixote, 2018
“Minha alma é uma orquestra oculta, não sei que instrumentos tangem e rangem, cordas e harpas, timbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia."
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014
“A vida não é a cápsula que nos mantém intactos, como nós pensamos: a vida é troca, permuta, escâmbio, mutuação, transação, transferência e metamorfose.”
JOSÉ TOLENTINO MENDONÇA, presbítero e poeta português (1965-)
“É fundamental arrumar o passado para viver melhor o presente e olhar em frente. Eu não sou de onde venho, sou para onde vou e não tenho saudades de mim mesmo.”
TOZÉ BRITO (António José Correia de Brito), cantor, letrista, compositor português (1951-)
“Um comum fio invisível prende as mulheres aos astros. Harmonizadas com as estrelas, ainda que não o saibam, todas as mulheres têm vocação para o infinito.”
JOSÉ EDUARDO AGUALUSA, escritor angolano (1960), in “A substância do Amor”, Ed. Quetzal, 2017