“O humor é como as marés, ora sobe ora desce.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
09 dezembro, 2013
08 dezembro, 2013
Pétala nº 560
“Para aprender não basta só ouvir por fora, é necessário entender por dentro.”
António Vieira, padre e escritor português (1608-1697)
07 dezembro, 2013
Pétala nº 559
“… o tempo é um mestre de cerimónias que sempre acaba por nos pôr no lugar que nos compete, vamos avançando, parando e recuando às ordens dele, o nosso erro é imaginar que podemos trocar-lhe as voltas.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
06 dezembro, 2013
Pétala nº 558
“Nenhum inimigo é pior do que um mau conselho.”
Sófocles, poeta da Grécia Antiga (-496/-406)
Sófocles, poeta da Grécia Antiga (-496/-406)
05 dezembro, 2013
Pétala nº 557
“… como tudo na vida, o que deixou de ter serventia deita-se fora, Incluindo as pessoas, Exactamente, incluindo as pessoas, eu próprio serei atirado fora quando já não servir…”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
04 dezembro, 2013
Pétala nº 556
“Uma conduta irrepreensível consiste em manter cada um a sua dignidade sem prejudicar a liberdade alheia”.
Voltaire, filósofo francês (1694-1778)
03 dezembro, 2013
Pétala nº 555
“Todos os pais foram filhos, muitos filhos vêm a ser pais, mas uns esqueceram-se daquilo que foram, e aos outros não há ninguém que possa explicar-lhes o que serão.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
02 dezembro, 2013
Pétala nº 554
“Normalmente aqueles que são naturalmente ambiciosos gostam mais da opinião dos outros do que da sua.”
Madeleine de Scudéry, novelista francesa (1607-1701)
01 dezembro, 2013
Pétala nº 553
“Na vida tudo são fardas, o corpo só é civil verdadeiramente quando está despido…”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
30 novembro, 2013
Pétala nº 552
“Quem sabe que não sabe é nobre; quem quer fazer crer que sabe o que não sabe é débil mental.”
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)
29 novembro, 2013
Pétala nº 551
“…a melhor maneira de fazer morrer uma rosa é abri-la à força quando ainda não passa de uma pequena promessa de botão.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
28 novembro, 2013
Pétala nº 550
“O amor nasce num sorriso, cresce num beijo… morre nas lágrimas.”
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)
27 novembro, 2013
Pétala nº 549
“Sonhe! Busque seus sonhos, você poderá encontrar realidades ainda maiores às que havia sonhado. Acorde e realize, a vida fará o restante!
Autor desconhecido
26 novembro, 2013
Pétala nº 547
“A vida às vezes começa quando a julgamos perdida.”
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)
25 novembro, 2013
Pétala nº 546
“… de repente percebemos que já não somos necessários no mundo, se é que alguma vez o tínhamos sido antes, mas acreditar que o éramos parecia bastante, parecia suficiente, e era de certa maneira eterno pelo tempo que a vida durasse, que é isso a eternidade, nada mais do que isso.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
24 novembro, 2013
Pétala nº 545
“Esperar é ainda uma ocupação. Terrível é não ter nada que esperar.”
Cesare Pavese, escritor italiano (1908-1950)
Cesare Pavese, escritor italiano (1908-1950)
23 novembro, 2013
Pétala nº 544
"Um cão sabe muito bem quando alguém precisa da sua companhia.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
22 novembro, 2013
21 novembro, 2013
Pétala nº 542
“… há quem leve a vida inteira a ler sem nunca ter conseguido ir mais além da leitura.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
20 novembro, 2013
Pétala nº 541
“Diga-me o que come e eu dir-lhe-ei quem é.”
Anthelme Brillat-Savarin, gastrónomo francês do séc. XVIII
Anthelme Brillat-Savarin, gastrónomo francês do séc. XVIII
19 novembro, 2013
Pétala nº 540
“Lendo, fica-se a saber quase tudo.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
18 novembro, 2013
17 novembro, 2013
Pétala nº 538
“… até a própria ignorância é capaz de ter intuições proféticas.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
16 novembro, 2013
Pétala nº 537
“A verdadeira arte da memória é a arte de prestar atenção.”
Samuel Johnson, escritor e pensador inglês (1709-84)
Samuel Johnson, escritor e pensador inglês (1709-84)
15 novembro, 2013
Pétala nº 536
“Os dias são todos iguais, as horas é que não, quando os dias chegam ao fim têm sempre as suas vinte e quatro horas completas, mesmo quando elas não tiveram nada dentro.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998
14 novembro, 2013
Pétala nº 535
“O conhecimento surge, mas a sabedoria perdura.”
Alfred Tennyson, poeta inglês (1809-82)
Alfred Tennyson, poeta inglês (1809-82)
13 novembro, 2013
Pétala nº 534
“… trabalho que se faz sonhando nunca deixou obra feita.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998
12 novembro, 2013
Pétala nº 533
“O que quer que consiga fazer, ou sonhar que consegue, comece. A coragem tem genialidade, poder e magia intrínsecos. Comece agora.”
GOETHE (Johann Wolfgand Goethe), estadista e escritor, alemão (1749-1832)
11 novembro, 2013
Pétala nº 532
“É enquanto estamos vivos que podemos falar da morte, não depois.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998
10 novembro, 2013
09 novembro, 2013
Pétala nº 530
“… o barro é como as pessoas, precisa de que o tratem bem.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998
08 novembro, 2013
Pétala nº 529
“Só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.”
Fernando Pessoa (Alberto Caeiro), poeta português (1888-1935)
Fernando Pessoa (Alberto Caeiro), poeta português (1888-1935)
07 novembro, 2013
Pétala nº 528
“É bem verdade que nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe.”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998
06 novembro, 2013
Pétala nº 527
“Ao fim de um tempo de vida em casa, são os tons e os gestos que definem a relação.”
José Gameiro, psiquiatra português (1949-)
05 novembro, 2013
Pétala nº 526
“Se te apetecer cantar, canta… faz bem à bílis.”
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982
04 novembro, 2013
Pétala nº 525
“É preciso particular cuidado com as sogras, que têm uma especial capacidade para apanhar as expressões faciais, o bambolear impaciente das pernas, o ar ausente e enfastiado das noras.”
José Gameiro, psiquiatra português (1949-)
03 novembro, 2013
Pétala nº 524
“A ingratidão humana não tem limites.”
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982
02 novembro, 2013
Pétala nº 523
“Vivemos o culto da palavra, da comunicação por tudo e por nada, como se o dito resolvesse tudo.”
José Gameiro, psiquiatra português (1949-)
01 novembro, 2013
Pétala nº 522
“As ilusões não se comem… não se comem, mas alimentam.”
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982
31 outubro, 2013
Pétala nº 521
“Como é que percebemos que duas pessoas se acompanham? Pela forma como conversam? Certamente. Mas talvez ainda mais pela forma como acolhem o silêncio uma da outra.”
José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)
30 outubro, 2013
Pétala nº 520
“A metáfora do diamante que se vai delapidando aplica-se bem à vida. Para que em última instância só haja brilho. Se formos luzes acesas cada vez mais brilhantes acendemos cada vez mais luzes nos outros.”
Anamar, fadista portuguesa.
29 outubro, 2013
Pétala nº 519
"A vida é a coisa melhor que já se inventou.”
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel ”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982
28 outubro, 2013
Pétala nº 518
“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.”
Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)
Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)
27 outubro, 2013
Pétala nº 517
“A vida dá-nos tudo, até a possibilidade de sonhar que a vida é bela.”
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)
26 outubro, 2013
Pétala nº 516
“A falta de dinheiro é uma dor a que nenhuma outra se compara.”
Francois Rabelais, escritor, padre e médico francês (1483-1553)
Francois Rabelais, escritor, padre e médico francês (1483-1553)
25 outubro, 2013
Pétala nº 515
“… nada justifica a destruição deliberada daquilo que um homem construiu com o seu suor…”
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949
24 outubro, 2013
Pétala nº 514
“Viverás a mais bela das vidas se fores indiferente às coisas indiferentes”.
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)
23 outubro, 2013
Pétala nº 513
“É difícil a vida. Mas a vida não foi feita para ser fácil.”
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949
22 outubro, 2013
Pétala nº 512
“Um homem é realmente velho quando só pensa nisso.”
Confúcio, sábio chinês (-551/-479)
Confúcio, sábio chinês (-551/-479)
21 outubro, 2013
Pétala nº 511
“O pecado o amor e o medo são apenas sons que as pessoas que nunca pecaram nem amaram nem tiveram medo têm para aquilo que nunca tiveram e não podem ter até esquecerem as palavras.”
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949
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