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15 novembro, 2021

Pétala nº 3385

Uma vez, ao passar por um lago, a mãe ensinou-lhe as regras da etiqueta: «Em frente dos outros devemos mostrar-nos controlados. Vê como deslizam esses patos pela água, tão serenos e elegantes, enquanto por baixo dão às patas como condenados...»” 

MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “O nervo ótico”, Ed. D. Quixote, 2018

18 maio, 2021

Pétala nº 3275

“… o meu instinto de sobrevivência leva-me sempre aos museus, como na guerra as pessoas corriam para os abrigos anti-bombas.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “O nervo ótico”, Ed. D. Quixote, 2018

03 outubro, 2020

Pétala nº 3051

“Para delatar um ser humano não há nada como a arte, é o detetor de mentiras mais barato.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

10 setembro, 2020

Pétala nº 3028

“Talvez a nossa tristeza provenha de vivermos enclausurados dentro de nós próprios.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

07 setembro, 2020

Pétala nº 3025

“… o que a mente vê quando estabelece uma ligação é algo que vê para sempre.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

04 setembro, 2020

Pétala nº 3022

“A noite manipula a nossa mente de uma maneira estranha.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

01 setembro, 2020

Pétala nº 3019

“As pessoas são uma amálgama de coisas.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

28 agosto, 2020

Pétala nº 3016

“… os olhos são o barómetro mais precioso dos nossos sentimentos. Quando vemos algo que nos agrada, as nossas pupilas dilatam-se e, se algo nos desagrada, contraem-se. Não há maneira de os manipular.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

26 agosto, 2020

Pétala nº 3014

“… a parte mais sincera da nossa cara são os olhos.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

24 agosto, 2020

Pétala nº 3012

“…o sorriso é uma máscara.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

22 agosto, 2020

Pétala nº 3010

“O facto de te ter acontecido uma desgraça não te desobriga de seres confrontada com outra.”
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

20 agosto, 2020

Pétala nº 3008

“…não recuperamos o passado, recriamo-lo, transformamo-lo em dramaturgia. A memória adapta, vai colorir, adornar, mistura cimento com arco-íris, faz o que for preciso para que a história funcione.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

18 agosto, 2020

Pétala nº 3006

“… não serão as nossas fraquezas mais belas que as nossas forças?” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

16 agosto, 2020

Pétala nº 3004

“… a monotonia do mundo interrompe-se com esplendor.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

14 agosto, 2020

Pétala nº 3002

"Que coisa monstruosa é o nosso passado, em especial se foi excitante.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

10 agosto, 2020

Pétala nº 2998

“… nada envelhece de um modo tão precoce como a morte dos pais.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

08 agosto, 2020

Pétala nº 2996

“… não há sentimento forte sem uma dose de terror.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

06 agosto, 2020

Pétala nº 2994

“Com a pança à mostra nem o milionário se distingue do pobre, nem o criminoso do homem honrado.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

04 agosto, 2020

Pétala nº 2992

“… muito vento isola-nos dos da nossa espécie, mas a água une-nos.” 
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019

02 agosto, 2020

Pétala nº 2990

“Comete um crime e o mundo torna-se de vidro.”
MARÍA GAINZA, crítica de arte e escritora argentina (1975-), in “Hotel melancólico”, Ed. D. Quixote, 2019