Mostrar mensagens com a etiqueta Isabel Allende. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Isabel Allende. Mostrar todas as mensagens

08 dezembro, 2022

Pétala nº 3692

Há encruzilhadas no destino que não conseguimos reconhecer no momento em que se apresentam (…) Aí, onde os caminhos se cruzam ou bifurcam, temos de decidir a direcção a tomar. Essa decisão pode determinar o curso do resto da nossa vida.” 

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


07 novembro, 2022

Pétala nº 3663

“… todas as vidas são banais e todos somos medíocres, dependendo com quem nos compararmos.”

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


14 agosto, 2022

Pétala nº 3592

"A Terra é mãe, dá-nos vida..."

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


(PORTUGAL - Miradouro da Senhora do Monte/Lisboa, Agosto 2022)

De novo sem elas, as minhas pequeninas.
Foram dias maravilhosos. Acabaram. Outros virão. Estar com elas... estende-me a vida.
Beijos e abraços, bom domingo.




24 junho, 2022

Pétala nº 3555

“Essa história de que todos os seres humanos são iguais perante a lei e aos olhos de Deus é uma patranha. (…) Nem a lei nem Deus nos tratam a todos da mesma maneira.” 

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


12 junho, 2022

Pétala nº 3543

“Porque morre o amor?” 

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


17 maio, 2022

Pétala nº 3517

“-… Defende a tua independência, não deixes que ninguém, decida por ti. Para isso, tens de ser capaz de te desenrascar sozinha. Entendido?”

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


15 maio, 2022

Pétala nº 3515

“O afecto cultiva-se.”
 
ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


07 abril, 2022

Pétala nº 3506

“- Conta-me um conto
  - Como queres que ele seja? 
  - Conta-me um conto que nunca contasses a ninguém.” 

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Contos de Eva Luna”, Ed. Difel, 1990


29 março, 2022

Pétala nº 3497

“- Isabel, por que escreves?
 
- Creio que a escrita é uma tentativa para entender a confusão da vida, para tornar o mundo mais tolerável e, se possível, mudá-lo. Por que escrevo? Porque estou cheia de histórias que me pedem para ser contadas, porque as palavras me sufocam, porque gosto e necessito, porque, se não escrevo, seca-se-me a alma e morro." 

Pergunta de Celia Correas Zapata (autora de numerosos estudos sobre autores espanhóis e latino-americanos contemporâneos) a ISABEL ALLENDEescritora chilena (1942-)


27 março, 2022

Pétala nº 3495

"… a minha vida mudou (...) entrei noutro troço do caminho. Segundo o poema de António Machado, «não há caminho, o caminho faz-se caminhando», mas no meu caso não fiz caminho, limitei-me a andar aos tropeções por caminhos estreitos e sinuosos, que muitas vezes se apagavam e desapareciam na espessura do tempo.” 

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022
ANTÓNIO MACHADO, poeta espanhol (1875-1939)


11 março, 2022

Pétala nº 3479

“A viagem da vida faz-se de longos troços entediantes, passo a passo, dia a dia, sem que nada de impressionante aconteça, mas a memória é feita dos acontecimentos inesperados que marcam o trajecto.”

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


28 fevereiro, 2022

Pétala nº 3468

“… posso dizer-te com pleno conhecimento de causa que é possível apaixonarmo-nos na velhice com a mesma intensidade e paixão que na juventude. A única diferença é que há uma sensação de urgência: não se pode perder tempo com disparates.”

ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Violeta”, Porto Editora, 2022


08 dezembro, 2021

Pétala nº 3402

“Alguém já viu um passarinho envelhecer? Se voássemos, haveríamos sempre de ser crianças. 
No céu, o tempo não passa, é uma nuvem.”
MIA COUTO e JOSÉ EDUARDO AGUALUSA, in “O terrorista elegante”, Ed. Quetzal, 2019

Começámos a envelhecer no instante em que nascemos.” 
ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “O amante japonês”, Porto Editora, 2015

O tempo que passa não passa depressa. O que passa depressa é o tempo que passou.” 
VERGÍLIO FERREIRA, escritor português (1916-1996)

14 fevereiro, 2021

Pétala nº 3184

"Dá-me mil beijos, a seguir cem, depois outros mil, a seguir mais cem, a seguir mil, depois cem; por fim, quando tivermos somado muitos milhares, baralharemos a conta para não a sabermos e para que nenhum invejoso nos possa lançar mau olhado quando souber que nos demos tantos beijos.” 
ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Afrodite – Histórias, Receitas e outros Afrodisíacos”, Ed. DIFEL, 1997


(Hoje, Dia dos Namorados)



(foto net)

02 fevereiro, 2021

Pétala sem número

Pronto,  pronto, eu compartilho a receita!
Mas cautela, Isabel Allende diz que os ovos são afrodisíacos.


"MOLHO ERÓTICO 
Ingredientes 
1/2 chávena de maionese
2 ovos cozidos
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de vinagre aromático
1 colher de chá de estragão fresco finamente picado
1 colher de chá de sumo de limão
1 colher de sopa de cebolinho picado muito fino
1 pitada de pimentão (ou 1 colher de chá de mostarda)
Sal

Preparação
Esmigalhe os ovos com um garfo, condimente-os, misture bem com a maionese e esqueça-se do colesterol."


(No seguimento da pétala de ontem, e da resposta a um comentário da Bea.)

01 fevereiro, 2021

Pétala nº 3172

"Afirma que a violência de uma sociedade se mede pela violência que exerce ou não sobre as mulheres.
Elas são os canários na mina de carvão (the canary in a cool mine). O modo como são tratadas espelha o grau de doença de uma sociedade.
O que diz às mulheres que não lutam pelos seus direitos? 
Há dois tipos de mulheres nesta situação. As privilegiadas, para as quais já se atingiu tudo o que era preciso – e questionam para quê continuar uma luta tão pouco sexy. E as que não tiveram acesso à informação, aos instrumentos para pensar criticamente. O que pode fazer uma mulher pobre e analfabeta numa aldeia da Índia? Se não consegue alimentar os filhos, como lhe vamos pedir que lute pelo feminismo? (…) 
Como é que a idade é uma armadilha? 
À medida que envelhecemos, a sociedade descarta-nos. A natureza faz isso em todas as espécies. Mas, entre os humanos, não nos descarta a todos por igual – descarta as mulheres. É preciso ter orgulho da idade que se tem. 
Como é envelhecer? 
Ser velho é despedir-se de alguns atributos da juventude. Para mim, a juventude acabou quando fiz 50 anos e a minha filha morreu. (…) 
E como é apaixonar-se aos 70 anos? 
É igual do que apaixonar-se aos 30, mas com uma sensação de urgência – não há tempo a perder. Cada dia é um dia a menos. Percebes isso quando as pessoas à tua volta começam a morrer, quando morrem os teus pais, quando os teus netos são adultos. Cada dia que perdes por uma zanga, uma impaciência ou um mal-entendido, é um dia menos no calendário. Então, aprendes a usar a cabeça."

ISABEL ALLENDEescritora chilena (1942-), excertos da entrevista concedia a Luciana Leiderfarb, publicada na revista «"E", do jornal Expresso de 18 Dezembro 2020

06 novembro, 2019

Pétala nº 2720

“… não se pode viver sem recordações.” 
ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Paula”, Ed. DIFEL, 1995

02 novembro, 2019

Pétala nº 2716

“… a pior pobreza é a de colarinho e gravata, porque tem de se disfarçar.” 
ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “Paula”, Ed. DIFEL, 1995

14 maio, 2019

Pétala nº 2544

“O amor e a amizade não envelhecem.”
ISABEL ALLENDE, escritora chilena (1942-), in “O amante japonês”, Porto Editora, 2015

22 outubro, 2016

Pétala nº 1610

“… um miserável não se torna generoso com os anos… torna-se mais miserável.” 

Isabel Allende, escritora chilena (1942-), in “O amante japonês”, Porto Editora, 2015