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16 outubro, 2023

Pétala nº 3789

“O passado nunca está morto. Nem sequer passou.” 
(William Faulkner, citado por Daniel Sokatch, in "Israel")


"O que se faz com um miúdo… que descobre subitamente os factos da vida e da morte?" 

“O que se faz com uma criança que com o seu dinheiro de bolso, compra um pequeno bloco laranja e aponta nele diariamente, a lápis, quantos israelitas restam depois do último atentado terrorista." 

"E um dia descobriu que uma parte dos israelitas são árabes…. 
Que os seus cálculos estavam todos errados, e que tinha de deduzir os árabes israelitas do número total dos israelitas."

"… que é possível viver uma vida inteira sem que essa vida tenha algum sentido." 

 "… uma vida que em nada nos faz sofrer nem nos dá realmente prazer. É viver por viver. Porque por acaso não estamos mortos.” 

DAVID GROSSMAN, escritor israelita (1954-), in “Até ao fim da terra”, Ed. Dom Quixote, 2012


“Invadiu-me de repente um terror daqueles que se sente apenas frente à negrura humana.” 

“Talvez a vida não seja de facto para todos.”

DAVID GROSSMAN, escritor israelita (1954-), in “A vida brinca comigo”, Ed. Dom Quixote, 2020

“… tal como aconteceu no passado, a história de Israel continuará a ser escrita em tons cinzentos.”

DANIEL SOKATCH, judeu, activista americano (1968-), in “Israel”, Bertrand Editora, 2021

(fotos net)

18 janeiro, 2018

Pétala nº 2063

“Uma paisagem conquista-se com as solas dos sapatos, não com as rodas de um automóvel.” 
WILLIAM FAULKNER, escritor norte-americano (1897-1962)

19 novembro, 2016

Pétala nº 1638

“Sexo e morte: as portas de entrada e saída do mundo. Como nos estão indissoluvelmente associadas!” 

William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “A recompensa do soldado”, Ed. Casa das Letras, 2010 
Prémio Nobel de Literatura, 1949

17 novembro, 2016

Pétala nº 1636

“Porque é que um homem não pode ser muito feliz ou muito infeliz? É apenas uma espécie de mistura pálida entre ambos.” 

William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “A recompensa do soldado”, Ed. Casa das Letras, 2010 
Prémio Nobel de Literatura, 1949

15 novembro, 2016

Pétala nº 1634

“… não há nada semelhante a um coração jovem: a juventude não tem coração.” 

William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “A recompensa do soldado”, Ed. Casa das Letras, 2010 
Prémio Nobel da Literatura, 1949

13 novembro, 2016

Pétala nº 1632

“Aquele que beija e conta como foi não é lá grande cavalheiro.” 

William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “A recompensa do soldado”, Ed. Casa das Letras, 2010 
Prémio Nobel da Literatura, 1949

25 outubro, 2013

Pétala nº 515

“… nada justifica a destruição deliberada daquilo que um homem construiu com o seu suor…”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

23 outubro, 2013

Pétala nº 513

“É difícil a vida. Mas a vida não foi feita para ser fácil.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

21 outubro, 2013

Pétala nº 511

“O pecado o amor e o medo são apenas sons que as pessoas que nunca pecaram nem amaram nem tiveram medo têm para aquilo que nunca tiveram e não podem ter até esquecerem as palavras.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949

19 outubro, 2013

Pétala nº 509

“Não sou de me meter na vida alheia. Cada homem que governe a vida como bem entender…”.
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949

17 outubro, 2013

Pétala nº 507

“… quando era pequeno, acreditava que a morte era apenas um fenómeno do corpo; mas agora sei que é meramente uma função da mente – e das mentes daqueles que sofrem a perda.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

15 outubro, 2013

Pétala nº 505

“São precisas duas pessoas para nos fazer, e só uma para morrer. É por isso que o mundo vai acabar.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

13 outubro, 2013

Pétala nº 503

“Já ouvi homens amaldiçoar a sua sorte, e com razão, pois eram pecadores.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

13 setembro, 2013

Pétala nº 473

“... a razão para viver é prepararmo-nos para ficar mortos.”

William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949

11 setembro, 2013

Pétala nº 471

“Num quarto estranho temos de nos esvaziar para o sono entrar.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949

05 novembro, 2012

Pétala nº 160

“Uma paisagem conquista-se com as solas dos sapatos, não com as rodas de um automóvel.”
 
William Faulkner, escritor norte-americano (1897-1962)