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23 fevereiro, 2023

Pétala nº 3739

“«O dever! O dever!» Pelo amor de Deus! O dever é sentir o que é grande, amar o que é belo, e não aceitar todas as convenções da sociedade com as ignomínias que ela impõe.” 

GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), in “Madame Bovary” (1857), Ed. Clube do Autor, 2017


13 dezembro, 2022

Pétala nº 3695

“… a palavra é um laminador que modela sempre os sentimentos.” 

GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), in “Madame Bovary” (1857), Ed. Clube do Autor, 2017


30 novembro, 2022

Pétala nº 3686

"- Oh, adoro o mar! - disse Leão.
- Não lhe parece - replicou madame Bovary - que o espírito voga mais livremente nessa extensão sem limites, cuja contemplação nos eleva a alma e proporciona ideias de infinito, de ideal?"

GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), in “Madame Bovary” (1857), Ed. Clube do Autor, 2017

(mar português) 

28 outubro, 2022

Pétala nº 3653

“… um infinito de paixões cabe num minuto, como uma multidão num pequeno espaço.” 

GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), in “Madame Bovary” (1857), Ed. Clube do Autor, 2017


16 outubro, 2022

Pétala nº 3641

“Não há deserto, nem precipício, nem oceano que eu não atravessasse contigo.” 

GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), in “Madame Bovary” (1857), Ed. Clube do Autor, 2017


30 agosto, 2022

Pétala nº 3608

“… as tempestades políticas são, em boa verdade, ainda mais temíveis do que as perturbações da atmosfera…”
 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), in “Madame Bovary” (1857), Ed. Clube do Autor, 2017


01 agosto, 2022

Pétala nº 3579

Porque havemos de declamar contra as paixões? Pois não são elas a única coisa bela que há sobre a terra, a fonte do heroísmo, do entusiasmo, da poesia, da música, das artes, de tudo, enfim?”

GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), in “Madame Bovary” (1857), Ed. Clube do Autor, 2017


24 setembro, 2021

Pétala nº 3349

"À medida que envelhecemos, o coração deixa cair as folhas como uma árvore. Nada resiste contra certos ventos. Cada dia arranca umas folhas mais; e depois há as tempestades, que de uma só vez partem vários ramos. E enquanto o verde da natureza cresce na primavera seguinte, o do coração não volta a crescer."

GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019



(foto net)

25 outubro, 2020

Pétala nº 3073

“A vida deve ser uma constante educação. “ 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80)

27 agosto, 2020

Pétala nº 3015

“Eu não tenho nenhuma coragem, mas procedo como se a tivesse, o que talvez venha dar ao mesmo.”
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80)

15 agosto, 2020

Pétala nº 3003

“De todas as mentiras, a arte é ainda a menos falsa.”
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80)

09 agosto, 2020

Pétala nº 2997

“O cúmulo do orgulho é desprezar-se a si próprio.”
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80)

11 junho, 2020

Pétala nº 2939

“O orgulho é um animal feroz que vive em grutas e vagueia pelo deserto; a vaidade, por outro lado, é um papagaio que salta de ramo em ramo e tagarela à vista de todos.” 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019

03 abril, 2020

Pétala nº 2870

“Depois de não viver com os que amamos, o maior suplício é viver com os que não amamos.”
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019

01 abril, 2020

Pétala nº 2868

“Levar a vida a sério é magnífico ou estúpido.” 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019

20 março, 2020

Pétala nº 2856

“Gosto dos vencidos, mas também gosto dos vencedores.” 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019

18 março, 2020

Pétala nº 2854

“Não se faz arte com boas intenções” 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019

16 março, 2020

Pétala nº 2852

“Sempre tentei viver numa torre de marfim, mas uma onda de merda bate-lhe nas paredes e ameaça corroê-la”. 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019

06 março, 2020

Pétala nº 2842

“Superior a tudo está a Arte.” 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019

29 fevereiro, 2020

Pétala nº 2836

“O autor no seu livro deve ser como Deus no seu universo, omnipresente e invisível.” 
GUSTAVE FLAUBERT, escritor francês (1821-80), citado por JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “O papagaio de Flaubert”, Ed. Quetzal, 2019