“Poderá um eu falar de si mesmo sem que soe heroico, sem que pareça oprimido, defendendo o indefensável, enchendo-se de rancor perante o inexorável?”
“… o valor do silêncio, o perigo das palavras.”
ABDULRAZAK GURNAH, escritor nascido em Zanzibar, em 1948, a viver em Inglaterra desde a década de 1960, in “Junto ao mar”, Ed. Cavalo de Ferro, 2022
Prémio Nobel da Literatura, 2021
(CABO VERDE - Ilha da Boa Vista, 2022)