“Mandam as regras do nosso jogo mundano não fazer perguntas quando se dá com amigos em transe sentimental: eles o dirão quando acharem necessário, se acharem necessário…”
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Ensaio sobre a cegueira”, Ed. Caminho, 1995
“Tanto eu como o universo fazemos perguntas: por que existimos, por que estamos aqui a esta hora, interrogamo-nos sobre qual é a nossa finalidade, o nosso desígnio mais importante. Não são muitos os mortais que comunicam com a natureza para reflectir sobre estas questões.”
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006