Mostrar mensagens com a etiqueta André Gide. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta André Gide. Mostrar todas as mensagens

16 março, 2017

Pétala nº 1756

“Em verdade, da felicidade que alça voo à custa da miséria eu não quero. Uma riqueza que priva alguém de alguma coisa, eu não quero. Se a minha roupa desnuda outrem, andarei nu.” 

André Gide, escritor francês (1869-1951) 
Prémio Nobel de Literatura, 1947

(Pétala enviada por Tais Luso.)

19 março, 2016

Pétala nº 1393

“Não se pode descobrir novas terras sem aceitar perder de vista a costa por um longo tempo.” 

André Gide, escritor francês (1869-1951)
Prémio Nobel de Literatura, 1947

17 março, 2015

Pétala nº 1026

“O homem sensato é aquele que se surpreende com tudo.”

André Gide, escritor francês (1869-1951)
Prémio Nobel de Literatura, 1947

09 setembro, 2014

Pétala nº 836

"Tantas pessoas que escrevem e tão poucas que leem!"

 André Gide, escritor francês (1869 - 1951)

02 setembro, 2014

Pétala nº 829

“… não há nada de bom que possa nascer do pecado.” 

André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004 
Prémio Nobel de Literatura, 1947

14 abril, 2014

Pétala nº 687

“Não temos ouvidos para escutar a voz de Deus.”

André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

12 abril, 2014

Pétala nº 685

“Há um bocado de cobardia em qualquer suicídio.”

André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

06 abril, 2014

Pétala nº 679

“A floresta modela a árvore.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

04 abril, 2014

Pétala nº 677

“Não se pode julgar a vida dos outros pelo exterior.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

02 abril, 2014

Pétala nº 675

“Não há ciúme sem amor.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

31 março, 2014

Pétala nº 673

“A forma como o mundo das aparências se nos impõe e como tentamos impor ao mundo exterior a nossa interpretação particular, constitui o drama da nossa vida.”

André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

29 março, 2014

Pétala nº 671

“Ocupamo-nos tanto a aparentar que, por fim, já não sabemos quem somos.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

27 março, 2014

Pétala nº 669

“Quase todas as pessoas que tenho conhecido soam a falso.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951) , in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

25 março, 2014

Pétala nº 667

“Não posso alimentar constantemente a minha dúvida e ter, simultaneamente, horror à indecisão.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951) , in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

23 março, 2014

Pétala nº 665

“… posso duvidar da realidade de tudo, mas não da realidade da minha dúvida.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

21 março, 2014

Pétala nº 663

“As palavras só murcham quando se imprimem.”

André Gide, escritor francês (1869-1951) , in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

19 março, 2014

Pétala nº 661

“É preciso saber querer o que se quer.”

André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

17 março, 2014

Pétala nº 659

“A precisão não deve ser alcançada pela precisão da narração, mas sim, na imaginação do leitor, por duas ou três pinceladas, no ponto exacto.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951), in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

15 março, 2014

Pétala nº 657

“Enquanto ama e quer ser amado , o amoroso não se mostra como é verdadeiramente e, além disso, não vê o outro, mas sim, em seu lugar, um ídolo que embeleza, diviniza e inventa.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951) , in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947

13 março, 2014

Pétala nº 655

“No domínio dos sentimentos, o real não se distingue do imaginário.”
 
André Gide, escritor francês (1869-1951) , in “Os moedeiros falsos”, Ed. Ambar, 2004
Prémio Nobel de Literatura, 1947