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05 fevereiro, 2024

Pétala nº 3803

Taj Mahal, símbolo do Amor Eterno


“O amor eterno não existe. Mesmo a mais forte paixão tem o seu tempo de vida. Chega seu dia, se acaba, nasce outro amor.” 
JORGE AMADO, escritor brasileiro (1912-2001) 

“Amores eternos existem sim, e superam qualquer coisa, mesmo quando ninguém mais acredita neles, eles continuam sempre à espreita, esperando apenas um olhar, um retorno, uma reconciliação.”
AUGUSTO BRANCO, pseudónimo de Nazareno Vieira de Souza, poeta e escritor brasileiro (1980-)

“O amor eterno é o amor impossível. Os amores possíveis começam a morrer no dia em que se concretizam.” 
EÇA DE QUEIRÓS, escritor e diplomata português (1845-1900)

"Tanta gente quer fórmulas de amor eterno. Não acredito em fórmulas, mas, por via das dúvidas, não fale, não conte detalhes, não satisfaça a curiosidade alheia. A imaginação dos outros já é difamatória que chegue."
MARTHA MEDEIROS, escritora e poetisa brasileira (1961-) 

“O que a memória ama fica eterno. Te amo com a memória, imperecível.” 
ADÉLIA PRADO, filósofa, professora, contista e poetisa brasileira (1935-) 


MORRER DE AMOR 

Morrer de amor 
ao pé da tua boca
 
Desfalecer 
à pele 
do sorriso 

Sufocar 
de prazer 
com o teu corpo
 
Trocar tudo por ti 
se for preciso 

MARIA TERESA HORTA, escritora, jornalista e poetisa portuguesa (1937-)

Fotos: ÍNDIA /Agra, 2010. 

Texto e fotos aqui.

 
Queridos amigos, há dias o meu coração pregou-me um valente susto quando começou a bater desordenadamente ao mesmo tempo que a pressão arterial subia vertiginosamente. Já fui vista pelo meu médico, já fiz exames, já acalmei. Aguardo os resultados.
Vai ficar tudo bem, sei que sim, mas... filha de doente cardíaco tem medo de um coração descompassado.
Desculpem se não os visitar com a assiduidade habitual.
Beijos e abraços.

Grata a todos, por tudo! 🙏


30 julho, 2022

Pétala nº 3577

POEMA SOBRE A RECUSA 

“Como é possível perder-te 
sem nunca te ter achado 
nem na polpa dos meus dedos 
se ter formado o afago 
sem termos sido a 
cidade nem termos rasgado pedras 
sem descobrirmos a cor 
nem o interior da erva. 

Como é possível perder-te 
sem nunca te ter achado 
minha raiva de ternura 
meu ódio de conhecer-te 
minha alegria profunda."

MARIA TERESA HORTA, escritora, jornalista e poetisa portuguesa (1937-)