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28 fevereiro, 2023

Pétala nº 3742

“As nossas vidas não são mais do que a soma de contingências diversas, e não importa quão variadas podem ser nos seus pormenores, todas elas partilham uma casualidade essencial nos seus desígnios: isto e depois aquilo, e por causa daquilo, isto.” 

PAUL AUSTER, escritor americano (1947-), in “No país das últimas coisas” (1995), Ed. Presença, 1990


01 fevereiro, 2023

Pétala nº 3723

A chuva não faz distinção. Mais cedo ou mais tarde, ela cai sobre toda a gente, e quando cai, toda a gente é igual a todas as outras pessoas – ninguém é melhor, ninguém é pior, todos iguais…” 

PAUL AUSTER, escritor americano (1947-), in “No país das últimas coisas” (1995), Ed. Presença, 1990


12 novembro, 2019

Pétala nº 2727

“Todos os escritores recorrem às suas vidas para escreverem os seus livros; em maior ou menor grau, todo o romance é autobiográfico. Mas o que é interessante é o modo como o trabalho de imaginação se cruza com a realidade.” 
PAUL AUSTER, escritor americano (1947-), in “Experiências com a verdade” (1995), Ed. ASA, 2003

21 junho, 2019

´Pétala nº 2582

“Há sempre a possibilidade de um escritor se tornar excessivo, esmagando o leitor com tantos e tantos pormenores que o leitor deixa de ter ar para respirar.” 
PAUL AUSTER, escritor americano (1947-), in “Experiências com a verdade” (1995), Ed. ASA, 2003

09 junho, 2019

Pétala nº 2570

“As nossas perpétuas certezas sobre o mundo podem ser demolidas num único segundo.” 
PAUL AUSTER, escritor americano (1947-), in “Experiências com a verdade” (1995), Ed. ASA, 2003

07 junho, 2019

Pétala nº 2568

“É através das histórias que travamos o nosso combate para entender o mundo.” 
PAUL AUSTER, escritor americano (1947-), in “Experiências com a verdade” (1995), Ed. ASA, 2003

05 junho, 2019

´Pétala nº 2566

“… as histórias são um alimento fundamental para a alma.” 
PAUL AUSTER, escritor americano (1947-), in “Experiências com a verdade” (1995), Ed. ASA, 2003

03 junho, 2019

Pétala nº 2564

“A maior parte de nós (…) passeia pela vida sem prestar muita atenção.” 
PAUL AUSTER, escritor americano (1947-), in “Experiências com a verdade” (1995), Ed. ASA, 2003

08 janeiro, 2017

Pétala nº 1688

“Quando se deixam vencer pela cólera, as pessoas são capazes de dizer as coisas mais horríveis.” 

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “Homem na escuridão”, Ed. ASA, 2008

06 janeiro, 2017

Pétala nº 1686

“As pessoas partem para a guerra, e às vezes morrem.” 

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “Homem na escuridão”, Ed. ASA, 2008

04 janeiro, 2017

Pétala nº 1684

“A mente tem uma mente que é só dela”. 

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “Homem na escuridão”, Ed. ASA, 2008

11 outubro, 2013

Pétala nº 501

“Nunca se deve subestimar o poder dos livros."

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

09 outubro, 2013

Pétala nº 499

“Uma pessoa morre e, a pouco e pouco, todos os traços dessa vida desaparecem.”
 
Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

07 outubro, 2013

Pétala nº 497

“De que nos serve o conhecimento se não o usamos para impedir que os nossos amigos sejam destruídos?”
Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

05 outubro, 2013

Pétala nº 495

“Quando o tudo mais falha, só há uma saída: bombardear o outro com provas do nosso amor.”

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

03 outubro, 2013

Pétala nº 493

“… toda a gente quer ser bela, mas a beleza, numa mulher, pode por vezes ser uma maldição”.

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

01 outubro, 2013

Pétala nº 491

“A paixão pelo embuste… é universal, e, a partir do momento em que um homem lhe toma o gosto, nunca mais se cura.”
 
Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

29 setembro, 2013

Pétala nº 489

“A perspectiva da morte – é inevitável – faz com que os pensamentos de umas pessoas se centrem em questões mais sérias.”

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006