28 fevereiro, 2015

Pétala nº 1009

“Há pessoas que conseguem, com uma espécie de força selvagem e primitiva, sugar tudo, cada vida, do mundo que as rodeia, como na floresta, lianas há que subtraem às árvores de grande porte a humidade e nutrientes do chão, ainda que a centenas de metros de distância. É esta a sua lei, a sua peculiaridade. Não se trata de serem más, são assim…” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

27 fevereiro, 2015

Pétala nº 1008

“O que há de melhor numa coisa nova é aquilo que satisfaz um desejo antigo.” 

Paul Valéry, poeta francês (1871-1945)

26 fevereiro, 2015

Pétala nº 1007

“Na alma não se passa nada. Os sentimentos não se manifestam na alma. Seguem outro curso.” 

 Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

25 fevereiro, 2015

Pétala nº 1006

“Uma força menor aplicada persistentemente é igual a uma força maior.” 

Wilhelm Leibniz, filósofo e cientista alemão, (1646-1716)

24 fevereiro, 2015

Pétala nº 1005

“A vida magoa-nos de tantas maneiras.” 

 Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

23 fevereiro, 2015

Pétala nº 1004

“Como é necessária a vigilância na guerra, é também preciso maior cuidado na paz.” 

 António Vieira, padre e escritor português (1608-1697)

22 fevereiro, 2015

Pétala nº 1003

“A morte de uma criança é a única dor verdadeira. É com esta dor, única, que se comparam todas as outras.” 

 Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

21 fevereiro, 2015

Pétala nº 1002

“Porque se representa a verdade nua? Para que cada um a vista como lhe pareça.” 

 Raymond Aron, sociólogo e filósofo francês (1905-83)

20 fevereiro, 2015

Pétala nº 1001

“Entre pobreza e riqueza, há tonalidades terríveis.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

19 fevereiro, 2015

Pétala nº 1000

“A vida é um caminho de sombras e luzes. O importante é que se saiba vitalizar as sombras e aproveitar as luzes.” 

Henri Bergson, filósofo francês (1859-1941)

18 fevereiro, 2015

Pétala nº 999

“Eu penso em ti, ainda mais do que te digo, e tu estás em tudo, mesmo quando não te penso…” 

 António Mega Ferreira, escritor e jornalista português (1949-), in “Amor”, Ed. Assírio & Alvim, 2002

17 fevereiro, 2015

Pétala nº 998

“Se depois de eu morrer quiserem escrever a minha biografia, 
Não há nada mais simples. 
Tem só duas datas – a da minha nascença e a da minha morte. 
Entre uma e outra cousa todos os dias são meus.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

16 fevereiro, 2015

Pétala nº 997

“… quando penso nas coisas que ainda me falta fazer na vida, é em ti que penso.”

António Mega Ferreira, escritor e jornalista português (1949-), in “Amor”, Ed. Assírio & Alvim, 2002

15 fevereiro, 2015

Pétala nº 996

"Quando se dissipa o património com loucuras, procura-se restaurá-lo com culpas." 

Tácito, historiador, orador e político romano (55-120)

14 fevereiro, 2015

Pétala nº 995

“... eu amo não a ideia de amar-te... mas a ideia de perder-me no meu amor por ti.” 

 António Mega Ferreira, escritor e jornalista português (1949-), in "Amor", Ed.  Assírio & Alvim, 2002

13 fevereiro, 2015

Pétala nº 994

“Sucesso não é o final, falhar não é fatal: é a coragem para continuar que conta.” 

 Winston Churchill, político e estadista inglês (1874-1965)

12 fevereiro, 2015

Pétala nº 993

“...ouço música porque ouvimos música quando amamos, e tudo, no amor, é música, acústica da alma que se quer devorada...” 

 António Mega Ferreira, escritor e jornalista português (1949-), in "Amor", Ed. Assírio & Alvim, 2002

11 fevereiro, 2015

Pétala nº 992

“A verdadeira sabedoria consiste em se conhecer a própria ignorância.” 

 Sócrates, filósofo da Grécia Antiga (-469/-399)

10 fevereiro, 2015

Pétala nº 991

“Amo-te absoluta, impossível e fatalmente.”

 António Mega Ferreira, escritor e jornalista português (1949-), in "Amor", Ed. Assírio & Alvim, 2002

09 fevereiro, 2015

Pétala nº 990

“As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.” 

 Leonardo da Vinci, cientista, inventor, pintor, escritor italiano (1452-1519)

08 fevereiro, 2015

Pétala nº 989

“O sofrimento desgasta.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89) , in “Rebeldes”, Ed. Dom Quixote, 2008

07 fevereiro, 2015

Pétala nº 988

“Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência para que a vida faça o resto.” 

 William Shakespearedramaturgo e poeta inglês (1564-1616)

06 fevereiro, 2015

Pétala nº 987

“As pessoas habituam-se com uma rapidez espantosa a qualquer nova situação e personagem.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-1989) , in “Rebeldes”, Ed. Dom Quixote, 2008

05 fevereiro, 2015

Pétala nº 986

“Para se ter vida longa, é preciso viver com vagar.”
Cícero, filósofo da Roma -Antiga (-106/-43)

04 fevereiro, 2015

Pétala nº 985

“Existem eventos catalisadores, cujas leis não conhecemos, em todos os grupos humanos.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-1989) , in “Rebeldes”, Ed. Dom Quixote, 2008

03 fevereiro, 2015

Pétala nº 984

Sou apaixonado pelo mistério, porque tenho a esperança de desvendá-lo. 

Charles Baudelaire, poeta francês (1821-67)

02 fevereiro, 2015

Pétala nº 983

“É muito difícil dizer o que aglutina as pessoas, especialmente na juventude, quando os interesses ainda não tecem as amizades.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-1989) , in “Rebeldes”, Ed. Dom Quixote, 2008

01 fevereiro, 2015

Pétala nº 982

“Há quem tenha coragem para afrontar desgraças conhecidas e receie uma nuvem: a imaginação é que produz o medo.” 

Condessa Diane, escritora francesa (1829-99)

31 janeiro, 2015

Pétala nº 981

“O fundamento da amizade é que ela seja desinteressada.” 

Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89) , in “Rebeldes”, Ed. Dom Quixote, 2008

30 janeiro, 2015

Pétala nº 980

“Não olhes para trás, porque te atrasas.”

Satchel Paige, basebolista americano (1906-82)

29 janeiro, 2015

Pétala nº 979

“Estranhamente, embora saibamos que vamos morrer, nunca acreditamos totalmente nisso.” 

David Lodge, escritor inglês (1935-), in “Até onde se pode ir?”, Ed. ASA, 2006

28 janeiro, 2015

Pétala nº 978

"A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo." 

Joseph Addison, poeta e ensaísta inglês (1672-1719)

27 janeiro, 2015

Pétala nº977

“O dinheiro não cura a doença. Só modifica os sintomas.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

26 janeiro, 2015

Pétala nº 976

“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.” 

Mahatma Gandhi, líder espiritual indiano (1869-1948)

25 janeiro, 2015

Pétala nº 975

“Conselhos. As pessoas só os aceitam quando eles coincidem com aquilo que querem fazer.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

24 janeiro, 2015

Pétala nº 974

“O homem nasceu para viver e não para se preparar para viver.”

Boris Pasternack, escritor russo (1890-1960)

23 janeiro, 2015

Pétala nº 973

“Olhem o mundo com novos olhos, ou até com novos óculos, e depressa terão um mundo diferente.”

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

22 janeiro, 2015

Pétala nº 972

“Um trauma é uma agressão que, por ser imprevisível, nos encontra sem defesa, e traz por arrasto  a implosão violenta da nossa representação ordinária do mundo, confinando-nos a um incapacitante estado de angústia.”

Sigmund Freud, médico inglês, fundador da psicanálise (1856-1939)

21 janeiro, 2015

Pétala nº 971

“Quando o problema se torna demasiado vasto, o homem tem sempre o recurso de tentar ignorá-lo.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

20 janeiro, 2015

Pétala nº 970

“Dupla delícia: o livro traz a vantagem de se poder estar só, e ao mesmo tempo acompanhado.” 

Mário Quintana, poeta brasileiro (1906-94)

19 janeiro, 2015

Pétala nº 969

“As comunidades, tal como os homens, têm os seus períodos de saúde e de doença, de juventude e de velhice, de esperança e de desalento.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

18 janeiro, 2015

Pétala nº 968

“Só aqueles que se arriscam a ir longe demais podem descobrir o quão longe se pode ir.” 

T. S. Elliot, poeta americano (1888-1965) 
Prémio Nobel de Literatura, 1948

Pétala nº 967

“Agarra tudo o que está ao teu alcance. A ocasião não se apresenta uma segunda vez.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

17 janeiro, 2015

Pétala nº 966

“Para conhecer a colheita e a qualidade de um vinho não é necessário beber toda a pipa.” 

Oscar Wilde, escritor irlandês (1854-1900)

16 janeiro, 2015

Pétala nº 965

“A alegria evita mil males e prolonga a vida.” 

 William Shakespearedramaturgo e poeta inglês (1564-1616)

15 janeiro, 2015

Pétala nº 964

“O dinheiro atrai o dinheiro, e não a amizade.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

14 janeiro, 2015

Pétala nº 963

“Quase toda a História é uma sequência de atrocidades inúteis.”

Voltaire, filósofo francês (1694-1778)

13 janeiro, 2015

Pétala nº 962

“Nenhum homem sabe verdadeiramente como são os outros. O mais que pode fazer é supô-los semelhantes a si.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962

12 janeiro, 2015

Pétala nº 961

“O desastre pode resultar de uma simples oportunidade perdida.” 

Napoleão Bonaparte, imperador francês (1769-1821)

11 janeiro, 2015

Pétala nº 960

“Um bom soldado pode ganhar uma batalha, mas não uma guerra. Isso está reservado aos civis.” 

John Steinbeck, escritor americano (1902-68), in “O inverno do nosso descontentamento”, Ed. Circulo de Leitores, 1993 
Prémio Nobel de Literatura, 1962