24 dezembro, 2013

Pétala nº 576

“A ambição embriaga mais do que a glória.”

Marcel Proust, escritor francês (1871-1922)

23 dezembro, 2013

Pétala nº 575

“A boca é um órgão que será tanto mais de confiança quanto mais silencioso se mantiver.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

22 dezembro, 2013

Pétala nº 574

"Quando penso no passado, no tipo de coisas que me fizeram, sinto-me furioso, mas, mais uma vez, isso é apenas um sentimento. O cérebro sempre domina e diz-me: tens um tempo limitado de estada na Terra e deves tentar usar esse período para transformar o teu país naquilo que desejas."

Nelson Mandela, estadista sul-africano (1918-2013)
Prémio Nobel da Paz, 1993

21 dezembro, 2013

Pétala nº 573

“É uma estupidez deixar perder o presente só pelo medo de não vir a ganhar o futuro…”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

20 dezembro, 2013

Pétala nº 572

“Um homem que não se alimenta dos seus sonhos, envelhece cedo.”

William Shakespeare, dramaturgo e poeta inglês (1564-1616)

19 dezembro, 2013

Pétala nº 571

“Há coisas que são tanto aquilo que são, que não precisam que as expliquemos.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

18 dezembro, 2013

Pétala nº 570

“A paciência é a capacidade de não desesperar.”

São Tomás de Aquino, padre e filósofo dominicano (1225-75)

17 dezembro, 2013

Pétala nº 569

“Penso que as palavras só nasceram para poderem jogar umas com as outras, que não sabem mesmo fazer outra coisa, e que, ao contrário do que se diz, não existem palavras vazias.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

16 dezembro, 2013

Pétala nº 568

“Só depois de praticadas é que as faltas nos ensinam como podiam facilmente ter sido evitadas.”

Emanuel Wertheimer, filósofo alemão (1846-1916)

15 dezembro, 2013

Pétala nº 567

“Os sonhos não avisam, A não ser quando os que sonham se sentem avisados.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

14 dezembro, 2013

Pétala nº 566

“Deve sempre conservar-se o temor, mas nunca mostrá-lo”.

Francisco Quevedo, escritor espanhol (1580-1645)

13 dezembro, 2013

Pétala nº 565

“O que não quero é o que não posso, o que não posso é o que não quero.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

12 dezembro, 2013

Pétala nº 564

“Todos os negócios que me propõem são maus, porque se fossem bons não mos propunham.”
 
André Maurois, escritor francês (1885-1967)

11 dezembro, 2013

Pétala nº 563

“A pena pior… não é a que se sente no momento, é a que se vai sentir depois, quando já não houver remédio.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

10 dezembro, 2013

Pétala nº 562

“Sê senhor da tua vontade e escravo da tua consciência.”

Aristóteles, filósofo da Grécia Antiga (-382/-322)

09 dezembro, 2013

Pétala nº 561

“O humor é como as marés, ora sobe ora desce.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

08 dezembro, 2013

Pétala nº 560

“Para aprender não basta só ouvir por fora, é necessário entender por dentro.”
 
António Vieira, padre e escritor português (1608-1697)

07 dezembro, 2013

Pétala nº 559

“… o tempo é um mestre de cerimónias que sempre acaba por nos pôr no lugar que nos compete, vamos avançando, parando e recuando às ordens dele, o nosso erro é imaginar que podemos trocar-lhe as voltas.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

06 dezembro, 2013

Pétala nº 558

“Nenhum inimigo é pior do que um mau conselho.”

Sófocles, poeta da Grécia Antiga (-496/-406)

05 dezembro, 2013

Pétala nº 557

“… como tudo na vida, o que deixou de ter serventia deita-se fora, Incluindo as pessoas, Exactamente, incluindo as pessoas, eu próprio serei atirado fora quando já não servir…”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

04 dezembro, 2013

Pétala nº 556

“Uma conduta irrepreensível consiste em manter cada um a sua dignidade sem prejudicar a liberdade alheia”.
 
Voltaire, filósofo francês (1694-1778)

03 dezembro, 2013

Pétala nº 555

“Todos os pais foram filhos, muitos filhos vêm a ser pais, mas uns esqueceram-se daquilo que foram, e aos outros não há ninguém que possa explicar-lhes o que serão.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

02 dezembro, 2013

Pétala nº 554

“Normalmente aqueles que são naturalmente ambiciosos gostam mais da opinião dos outros do que da sua.”
 
Madeleine de Scudéry, novelista francesa (1607-1701)

01 dezembro, 2013

Pétala nº 553

“Na vida tudo são fardas, o corpo só é civil verdadeiramente quando está despido…”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

30 novembro, 2013

Pétala nº 552

“Quem sabe que não sabe é nobre; quem quer fazer crer que sabe o que não sabe é débil mental.”
 
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)

29 novembro, 2013

Pétala nº 551

“…a melhor maneira de fazer morrer uma rosa é abri-la à força quando ainda não passa de uma pequena promessa de botão.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

28 novembro, 2013

Pétala nº 550

“O amor nasce num sorriso, cresce num beijo… morre nas lágrimas.”
 
Marco Aurélio, imperador romano (121-180)

27 novembro, 2013

Pétala nº 549

“… por mais espessas e negras que estejam as nuvens sobre as nossas cabeças, o céu lá por cima estará permanentemente azul…”.
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

26 novembro, 2013

Pétala nº 547

“A vida às vezes começa quando a julgamos perdida.”

Marco Aurélio, imperador romano (121-180)

25 novembro, 2013

Pétala nº 546

“… de repente percebemos que já não somos necessários no mundo, se é que alguma vez o tínhamos sido antes, mas acreditar que o éramos parecia bastante, parecia suficiente, e era de certa maneira eterno pelo tempo que a vida durasse, que é isso a eternidade, nada mais do que isso.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

24 novembro, 2013

Pétala nº 545

“Esperar é ainda uma ocupação. Terrível é não ter nada que esperar.”

Cesare Pavese, escritor italiano (1908-1950)

23 novembro, 2013

Pétala nº 544

"Um cão sabe muito bem quando alguém precisa da sua companhia.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

22 novembro, 2013

Pétala nº 543

“Quem muito se ausenta, um dia deixa de fazer falta.”

Autor desconhecido.

21 novembro, 2013

Pétala nº 542

“… há quem leve a vida inteira a ler sem nunca ter conseguido ir mais além da leitura.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

20 novembro, 2013

Pétala nº 541

“Diga-me o que come e eu dir-lhe-ei quem é.”

Anthelme Brillat-Savarin, gastrónomo francês do séc. XVIII

19 novembro, 2013

Pétala nº 540

“Lendo, fica-se a saber quase tudo.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

18 novembro, 2013

Pétala nº 539

“Nesta vida, trabalha-se."

Vera Stravinsky, bailarina e pintora russa (1888-1992)

17 novembro, 2013

Pétala nº 538

“… até a própria ignorância é capaz de ter intuições proféticas.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

16 novembro, 2013

Pétala nº 537

“A verdadeira arte da memória é a arte de prestar atenção.”

Samuel Johnson, escritor e pensador inglês (1709-84)

15 novembro, 2013

Pétala nº 536

“Os dias são todos iguais, as horas é que não, quando os dias chegam ao fim têm sempre as suas vinte e quatro horas completas, mesmo quando elas não tiveram nada dentro.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2005
Prémio Nobel de Literatura, 1998

14 novembro, 2013

Pétala nº 535

“O conhecimento surge, mas a sabedoria perdura.”

Alfred Tennyson, poeta inglês (1809-82)

13 novembro, 2013

Pétala nº 534

“… trabalho que se faz sonhando nunca deixou obra feita.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998

12 novembro, 2013

Pétala nº 533

“O que quer que consiga fazer, ou sonhar que consegue, comece. A coragem tem genialidade, poder e magia intrínsecos. Comece agora.”
 
Goethe, escritor alemão (1749-1832)

11 novembro, 2013

Pétala nº 532

“É enquanto estamos vivos que podemos falar da morte, não depois.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998

10 novembro, 2013

Pétala nº 531

“Tenho em mim todos os sonhos do mundo.”
 
Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

09 novembro, 2013

Pétala nº 530

“… o barro é como as pessoas, precisa de que o tratem bem.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998

08 novembro, 2013

Pétala nº 529

“Só para ouvir passar o vento vale a pena ter nascido.”

Fernando Pessoa (Alberto Caeiro), poeta português (1888-1935)

07 novembro, 2013

Pétala nº 528

“É bem verdade que nem a juventude sabe o que pode, nem a velhice pode o que sabe.”
 
José Saramago, escritor português (1922-2010), in “A Caverna”, Ed. Caminho, 2000
Prémio Nobel de Literatura, 1998

06 novembro, 2013

Pétala nº 527

“Ao fim de um tempo de vida em casa, são os tons e os gestos que definem a relação.”

José Gameiro, psiquiatra português (1949-)

05 novembro, 2013

Pétala nº 526

“Se te apetecer cantar, canta… faz bem à bílis.”
 
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982

04 novembro, 2013

Pétala nº 525

“É preciso particular cuidado com as sogras, que têm uma especial capacidade para apanhar as expressões faciais, o bambolear impaciente das pernas, o ar ausente e enfastiado das noras.”
 
José Gameiro, psiquiatra português (1949-)

03 novembro, 2013

Pétala nº 524

“A ingratidão humana não tem limites.”
 
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982

02 novembro, 2013

Pétala nº 523

“Vivemos o culto da palavra, da comunicação por tudo e por nada, como se o dito resolvesse tudo.”
 
José Gameiro, psiquiatra português (1949-)

01 novembro, 2013

Pétala nº 522

“As ilusões não se comem… não se comem, mas alimentam.”
 
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982

31 outubro, 2013

Pétala nº 521

“Como é que percebemos que duas pessoas se acompanham? Pela forma como conversam? Certamente. Mas talvez ainda mais pela forma como acolhem o silêncio uma da outra.”
 
José Tolentino Mendonça, presbítero e poeta português (1965-)

30 outubro, 2013

Pétala nº 520

“A metáfora do diamante que se vai delapidando aplica-se bem à vida. Para que em última instância só haja brilho. Se formos luzes acesas cada vez mais brilhantes acendemos cada vez mais luzes nos outros.”
 
Anamar, fadista portuguesa.

29 outubro, 2013

Pétala nº 519

"A vida é a coisa melhor que já se inventou.”
 
Gabriel García Márquez, escritor colombiano (1928-), in “Ninguém escreve ao coronel ”, Ed. Círculo de Leitores, 1994
Prémio Nobel de Literatura, 1982

28 outubro, 2013

Pétala nº 518

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

27 outubro, 2013

Pétala nº 517

“A vida dá-nos tudo, até a possibilidade de sonhar que a vida é bela.”

Marco Aurélio, imperador romano (121-180)

26 outubro, 2013

Pétala nº 516

“A falta de dinheiro é uma dor a que nenhuma outra se compara.”

Francois Rabelais, escritor, padre e médico francês (1483-1553)

25 outubro, 2013

Pétala nº 515

“… nada justifica a destruição deliberada daquilo que um homem construiu com o seu suor…”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

24 outubro, 2013

Pétala nº 514

“Viverás a mais bela das vidas se fores indiferente às coisas indiferentes”.

Marco Aurélio, imperador romano (121-180)

23 outubro, 2013

Pétala nº 513

“É difícil a vida. Mas a vida não foi feita para ser fácil.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

22 outubro, 2013

Pétala nº 512

“Um homem é realmente velho quando só pensa nisso.”

Confúcio, sábio chinês (-551/-479)

21 outubro, 2013

Pétala nº 511

“O pecado o amor e o medo são apenas sons que as pessoas que nunca pecaram nem amaram nem tiveram medo têm para aquilo que nunca tiveram e não podem ter até esquecerem as palavras.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949

20 outubro, 2013

Pétala nº 510

“Cada um de nós é uma lua e tem um lado escuro que nunca mostra a ninguém.”

Mark Twain, escritor americano (1835-1910)

19 outubro, 2013

Pétala nº 509

“Não sou de me meter na vida alheia. Cada homem que governe a vida como bem entender…”.
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949

18 outubro, 2013

Pétala nº 508

“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”.

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

17 outubro, 2013

Pétala nº 507

“… quando era pequeno, acreditava que a morte era apenas um fenómeno do corpo; mas agora sei que é meramente uma função da mente – e das mentes daqueles que sofrem a perda.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

16 outubro, 2013

Pétala nº 506

“O verdadeiro analfabeto é aquele que aprendeu a ler e não lê.”

Mário Quintana, poeta brasileiro (1906-94)

15 outubro, 2013

Pétala nº 505

“São precisas duas pessoas para nos fazer, e só uma para morrer. É por isso que o mundo vai acabar.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

14 outubro, 2013

Pétala nº 504

“Minha pátria é a língua portuguesa.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

13 outubro, 2013

Pétala nº 503

“Já ouvi homens amaldiçoar a sua sorte, e com razão, pois eram pecadores.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003 Prémio Nobel de Literatura, 1949

12 outubro, 2013

Pétala nº502

“O que se aprende, depois de saber tudo, é o que conta.”

Jean Rostand, filósofo e historiador francês (1894-1977)

11 outubro, 2013

Pétala nº 501

“Nunca se deve subestimar o poder dos livros."

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

10 outubro, 2013

Pétala nº 500

“Não hesito em declarar: o diploma é o inimigo mortal da cultura.”
 
Paul Valéry, filósofo, escritor e poeta francês (1871-1945)

09 outubro, 2013

Pétala nº 499

“Uma pessoa morre e, a pouco e pouco, todos os traços dessa vida desaparecem.”
 
Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

08 outubro, 2013

Pétala nº 498

“O homem é do tamanho do seu sonho”.

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

07 outubro, 2013

Pétala nº 497

“De que nos serve o conhecimento se não o usamos para impedir que os nossos amigos sejam destruídos?”
Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

06 outubro, 2013

Pétala nº 496

“Também tenho saudade do que não existiu, e dói bastante”.

Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro (1902-87)

05 outubro, 2013

Pétala nº 495

“Quando o tudo mais falha, só há uma saída: bombardear o outro com provas do nosso amor.”

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

04 outubro, 2013

Pétala nº 494

“Apresso-me a rir de tudo, com medo de ser obrigado a chorar.”

Pierre Beaumarchais, dramaturgo francês (1732-99)

03 outubro, 2013

Pétala nº 493

“… toda a gente quer ser bela, mas a beleza, numa mulher, pode por vezes ser uma maldição”.

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

02 outubro, 2013

Pétala nº 492

“Amar a leitura é trocar horas de fastio por horas de inefável e deliciosa companhia”.

John Fitzgerald Kennedy, presidente dos Estados Unidos da América (1917-63)

01 outubro, 2013

Pétala nº 491

“A paixão pelo embuste… é universal, e, a partir do momento em que um homem lhe toma o gosto, nunca mais se cura.”
 
Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

30 setembro, 2013

Pétala nº 490

“Se tantas velhices são vazias, é porque outros tantos homens o eram e o escondiam”.
 
André Malraux, escritor francês (1901-76)

29 setembro, 2013

Pétala nº 489

“A perspectiva da morte – é inevitável – faz com que os pensamentos de umas pessoas se centrem em questões mais sérias.”

Paul Auster, escritor americano (1947-), in “As loucuras de Brooklyn”, Ed. ASA, 2006

28 setembro, 2013

Pétala nº 488

“Lê os melhores livros primeiro porque podes não ter tempo de os ler todos”.

Henry Thoreau, poeta, historiador e filósofo americano (1817-62)

27 setembro, 2013

Pétala nº 487

“Há música nas palavras, e isso ouve-se… através do pensamento”.
 
E. L. Doctorow, escritor americano (1931-), in “Homer & Langley", Porto Editora, 2013

26 setembro, 2013

Pétala nº 486

"Livros e solidão: eis o meu elemento."

Benjamin Franklin, escritor, cientista, inventor Americano (1907-90)

25 setembro, 2013

Pétala nº 485

“O martírio é uma invenção religiosa.”

E. L. Doctorow, escritor americano (1931-), in “Homer & Langley", Porto Editora, 2013

24 setembro, 2013

Pétala nº 484

“Como é que, sendo as crianças tão inteligentes, a maior parte dos homens é tão estúpida? 
Deve ser fruto da educação.” 

Alexandre Dumas, escritor e dramaturgo francês (1802-70)

23 setembro, 2013

Pétala nº 483

“Temos de fazer frente ao mundo – não seremos livres se for às custas do sofrimento de outra pessoa.”
 
E. L. Doctorow, escritor americano (1931-), in “Homer & Langley", Porto Editora, 2013

22 setembro, 2013

Pétala nº 482

"O talento não basta para fazer o escritor. Atrás do livro deve haver o homem."
 
Ralph Waldo Emerson, escritor americano (1803-82)

21 setembro, 2013

Pétala nº 481

“O ecrã de televisão… torna tudo plano, comprime o mundo, já para não falar da mente das pessoas.”
 
E. L. Doctorow, escritor americano (1931-), in “Homer & Langley", Porto Editora, 2013

20 setembro, 2013

Pétala nº 480

"O livro é uma extensão da memória e da imaginação."

Jorge Luis Borges, poeta argentino (1899-1986)

19 setembro, 2013

Pétala nº 479

“A identidade humana é uma coisa misteriosa. Poderemos nós sequer ter a certeza de que existe algo chamado o Eu?”
 
E. L. Doctorow, escritor americano (1931-), in “Homer & Langley", Porto Editora, 2013

18 setembro, 2013

Pétala nº 478

“Até o pior dos livros tem uma página boa. A última”.

John James Osborne, actor e roteirista britânico (1929-94)

17 setembro, 2013

Pétala nº 477

“Os poemas têm ideias.”

E. L. Doctorow, escritor americano (1931-), in “Homer & Langley", Porto Editora, 2013

16 setembro, 2013

Pétala nº 476

"Até os maus livros são livros e, por isso, sagrados”.

Günter Grass, escritor alemão (1927-)
Prémio Nobel de Literatura, 1999

15 setembro, 2013

Pétala nº 475

“Tudo na vida é substituído.”
 
E. L. Doctorow, escritor americano (1931-), in “Homer & Langley", Porto Editora, 2013

14 setembro, 2013

Pétala nº 474

“Pedras no caminho eu guardo todas. Um dia vou construir um castelo.”

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935)

13 setembro, 2013

Pétala nº 473

“... a razão para viver é prepararmo-nos para ficar mortos.”

William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949

12 setembro, 2013

Pétala nº 472

“Assim é a vida, sete vezes se cai e oito vezes nos pomos de pé.”
 
Roland Barthes, escritor francês (1915-80)

11 setembro, 2013

Pétala nº 471

“Num quarto estranho temos de nos esvaziar para o sono entrar.”
 
William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “Na minha morte”, Ed. Dom Quixote, 2003
Prémio Nobel de Literatura, 1949

10 setembro, 2013

Pétala nº 470

“Aprendi a usar a palavra impossível com grande precaução.”
 
Werhner von Braun, cientista espacial alemão (1912-77)

09 setembro, 2013

Pétala nº 469

“… havia que maquilhar o passado, inventar a toda a pressa um presente e projectar um futuro tão falso como esplendoroso.”
 
María Dueñas, escritor espanhola (1964-), in “O tempo entre costuras”, Porto Editora, 2010

08 setembro, 2013

Pétala nº 468

“A única verdade é a realidade”.

Aristóteles, filósofo da Grécia Antiga (-384/-322)

07 setembro, 2013

Pétala nº 467

“Os velhos não enchem a própria pele”.

Ian McEwan, escritor britânico (1948-), in “Mel”, Ed. Gradiva, 2012

06 setembro, 2013

Pétala nº 466

“Às vezes, dou comigo a ter pena de mim mesmo e, nesses momentos, a minha alma vagueia pelos céus ao sabor dos ventos.”
 
 Palavras sábias do povo Ojibwe.

05 setembro, 2013

Pétala nº 465

“A realidade nem sempre é classe média”.

Ian McEwan, escritor britânico (1948-), in “Mel”, Ed. Gradiva, 2012

04 setembro, 2013

Pétala nº 464

“Cada fracasso ensina ao homem que tem algo a aprender.”

Charles Dickens, escritor inglês (1812-70)

03 setembro, 2013

Pétala nº 463

“Concentre-se no futuro que gostaria de ter em vez de no passado ou no presente, de que não gosta.”

Bill O’Hanlon, psicoterapeuta americano, in “Pequenos passados para mudar a sua vida”, Ed. Casa das Letras, 2008

02 setembro, 2013

Pétala nº 462

“Um boletim de voto tem mais força que um tiro de espingarda.”
ABRAHAM LINCOLN, presidente dos Estados Unidos da América (1809-65)

01 setembro, 2013

Pétala nº 461

“Se não sabe para onde vai, acabará onde nem imagina.”
 
 Bill O’Hanlon, psicoterapeuta americano, in “Pequenos passados para mudar a sua vida”, Ed. Casa das Letras, 2008

31 agosto, 2013

Pétala nº 460

“A dívida é a mãe prolífica de loucuras e crimes.”

Benjamin Disraeli, escritor e político inglês (1804-81)

30 agosto, 2013

Pétala nº 459

“Deixe cair as lágrimas, porque estas permitem saber que está vivo”.

Bill O’Hanlon, psicoterapeuta americano, in “Pequenos passados para mudar a sua vida”, Ed. Casa das Letras, 2008

29 agosto, 2013

Pétala nº 458

“A cobardia é a mãe da crueldade.”

Michel de Montaigne, escritor francês (1533-92)

28 agosto, 2013

Pétala nº 457

“O passado exerce certamente influência sobre nós, mas não temos de deixar que escreva a história do nosso futuro, nem permitir que nos leve a actuar de determinada maneira no presente.”
 
Bill O’Hanlon, psicoterapeuta americano, in “Pequenos passados para mudar a sua vida”, Ed. Casa das Letras, 2008

27 agosto, 2013

Pétala nº 456

“Tenhas o que tiveres, gasta menos.”

Samuel Johnson, escritor britânico (1709-84)

26 agosto, 2013

Pétala nº 455

“Leio livros proibidos. Os livros são proibidos porque dizem a verdade…”
 
Máximo Gorki, escritor russo (1868-1936), in “A Mãe”, Ed. Europa-América, 1978

25 agosto, 2013

Pétala nº 454

“Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo.”
 
Eça de Queirós, escritor português (1845-1900)

24 agosto, 2013

Pétala nº 453

"A sorte é o consolo dos que não sabem nada de estatísticas nem da teoria das probabilidades.”.
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

23 agosto, 2013

Pétala nº 452

“Há livros escritos para evitar espaços vazios na estante.”

Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro (1902-87)

22 agosto, 2013

Pétala nº 451

“O que é o tempo? Um acidente! O que é a vida? O tempo. O que é um acidente? Um vida, uma vida nova!”.
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

21 agosto, 2013

Pétala nº 450

“Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga.”

Denis Diderot, escritor francês (1713-84)

20 agosto, 2013

Pétala nº 449

“O amor mostra-nos o caminho, desembaraça-nos de toda a tralha da vida quotidiana e… acaba por nos conduzir rumo ao segredo da criação.”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

19 agosto, 2013

Pétala nº 448

“O futuro é a nossa invenção de todos os dias”.

Francisco Assis, político português (1965-)

18 agosto, 2013

Pétala nº 447

“Esses óculos escuros não te fazem ver o mundo negro?”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

17 agosto, 2013

Pétala nº 446

“Interesso-me muito pelo futuro, porque é aí que vou passar o resto da minha vida.”
 
Charles F. Kettering, filósofo americano (1876-1958)

16 agosto, 2013

Pétala nº 445

“Por que é que se pensa com palavras, mas se sofre por causa de imagens?”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

15 agosto, 2013

Pétala nº 444

“Se deixarem fazer as perguntas erradas, não têm de se perturbar com as respostas.”
 
Thomas Pynchon, escritor americano ( 1937-)

14 agosto, 2013

Pétala nº 443

“O tempo é um grande ruído… O acidente é um destino… A vida é um livro…”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

13 agosto, 2013

Pétala nº 442

“Sabendo tecer, não desperdices o fio. Sabendo falar, não desperdices as palavras.”
 
Lao Zi, filósofo chinês.

12 agosto, 2013

Pétala nº 441

“… a memória – o mais precioso dos nossos tesouros.”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

11 agosto, 2013

Pétala nº 440

“Quem conhece os outros é um sábio. Quem se conhece a si mesmo é um iluminado.”

Lao Zi, filósofo chinês.

10 agosto, 2013

Pétala nº 439

“Tanto eu como o universo fazemos perguntas: por que existimos, por que estamos aqui a esta hora, interrogamo-nos sobre qual é a nossa finalidade, o nosso desígnio mais importante. Não são muitos os mortais que comunicam com a natureza para reflectir sobre estas questões.”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

09 agosto, 2013

Pétala nº 438

“Quantos mais erros faço mais esperta fico.”

Inês, 8 anos.

08 agosto, 2013

Pétala nº 437

“Quando as pessoas contemplam a natureza, encontram nela os seus próprios limites, as suas insuficiências, os seus medos…”.
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

07 agosto, 2013

Pétala nº 436

“Se queres ser feliz amanhã, tenta hoje mesmo”.

Lao Zi, filósofo chinês.

06 agosto, 2013

Pétala nº 435

“Um bom livro é algo que nos lembra o mundo inteiro.”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

05 agosto, 2013

Pétala nº 434

“Se o dinheiro pequeno não sair, o dinheiro grande não entrará.”

Provérbio chinês.

04 agosto, 2013

Pétala nº 433

“Não tenhas pena de ti mesmo. Não imagines que a tua pessoa e a tua vida são únicas."
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

03 agosto, 2013

Pétala nº 432

“Um homem que não tenha uma cara sorridente não deve abrir uma loja.”
 
Provérbio coreano.

02 agosto, 2013

Pétala nº 431

“O que é o Amor? Amor significa Submissão. O Amor é a causa do Amor. Amor é compreensão. Amor é Música. O Amor e o coração cheio de nobreza são a mesma coisa. Amor é a poesia da tristeza. O Amor é o reflexo no espelho da alma frágil. O Amor é efémero. Amor é nunca lamentar. O Amor é uma cristalização. O Amor é dar. O amor é partilhar uma barra de pastilha elástica. Com o Amor nunca se sabe. Amor é uma palavra vazia de sentido. O Amor é chegar a Deus. Amor é sofrimento. Amor é o encontro com o Anjo. Amor é o universo inteiro. Amor é dar as mãos na sala e cinema. Amoré embriaguez. O Amor é um monstro. O Amor é cego. Amor é escutar a voz do coração. O Amor é um silêncio sagrado. O Amor é o tema das canções. O Amor é bom para a pele.”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

01 agosto, 2013

Pétala nº 430

“Eu não procuro. Encontro.”

Pablo Picasso, pintor espanhol (1881-1973)

31 julho, 2013

Pétala nº 429

“O Amor é a necessidade de abraçar com muita força alguém e de querer estar sempre a seu lado. É o desejo de esquecer o mundo exterior quando se abraça esse alguém. É o desejo de descobrir um refúgio seguro para a alma.”
 
Orhan Pamuk, escritor turco (1952-), in “A vida nova”, Ed. Presença, 2006
Prémio Nobel de Literatura 2006

30 julho, 2013

Pétala nº 428

“O dinheiro tem muitas vezes um preço demasiado alto.”

Ralph Waldo Emerson, escritor americano (1803-1882)

29 julho, 2013

Pétala nº 427

“O cérebro é um espelho e reflete o mundo”.
 
Saul Bellow, escritor americano (1915-2005), in “Ravelstein", Ed. Teorema, 2001
Prémio Nobel de Literatura, 1976

28 julho, 2013

Pétala nº 426

“O papa é um ídolo a quem se atam as mãos e se beijam os pés.”
 
Voltaire, filósofo francês (1694-1778)