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12 março, 2017

Pétala nº 1752

“A morte não pode ser pensada, pois é ausência de pensamento. Temos de viver como se fôssemos eternos.” 

André Maurois, escritor francês (1885-1967)

26 janeiro, 2017

Pétala nº 1706

“Somos morte. Isto, que consideramos vida, é o sono da vida real, a morte do que verdadeiramente somos.” 

Fernando Pessoa, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

19 novembro, 2016

Pétala nº 1638

“Sexo e morte: as portas de entrada e saída do mundo. Como nos estão indissoluvelmente associadas!” 

William Faulkner, escritor americano (1897-1962), in “A recompensa do soldado”, Ed. Casa das Letras, 2010 
Prémio Nobel de Literatura, 1949

16 julho, 2016

Pétala nº 1512

“… estamos mortos quando ninguém se preocupa connosco, quando ninguém nos vê, quando ninguém nos traz na memória… Aí, sim, morremos realmente.” 

Rosa Montero, escritora espanhola (1951-), in “Instruções para salvar o mundo”, Porto Ed., 2008

14 março, 2016

Pétala nº 1388

“A morte de uma criança é sinal de ingratidão de Deus.” 

José Luís Peixoto, escritor português (1974-), in “Galveias, Ed. Quetzal, 2014

12 fevereiro, 2016

Pétala nº 1357

“Morrer faz parte da vida, não da morte; é preciso viver a morte.” 

Iona Heath, médica inglesa, citada por Rosa Montero, in “A ridícula ideia de não voltar a ver-te”, Porto Editora, 2015

29 janeiro, 2016

Pétala nº 1343

“A morte faz parte da vida e é parte do relato de uma vida.” 

Rosa Montero, escritora espanhola (1951-) in “A ridícula ideia de não voltar a ver-te”, Porto Editora, 2015

15 dezembro, 2015

Pétala nº 1298

“A morte é uma maneira de se despir de tudo o que não é você próprio.” 

Eckhart Tolle, escritor e líder espiritual alemão 1948-), in “O poder do agora”, Ed. Pergaminho, 2002

29 novembro, 2015

Pétala nº 1282

“Despeço-me dos mortos, mas não para os esquecer. Esquecê-los, creio, seria o primeiro sinal de morte minha.”

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Manual de pintura e caligrafia”, Ed. Caminho, 1983 
Prémio Nobel de Literatura,1998

11 novembro, 2015

Pétala nº 1264

“No termo do verdadeiro amor há a morte e só o amor, no termo do qual está a morte, é amor.” 

Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “O livro dos amores risíveis”, Ed. BYS-Leya, 2014

16 outubro, 2015

Pétala nº 1238

“Despeço-me dos mortos, mas não para os esquecer. Esquecê-los, creio, seria o primeiro sinal de morte minha.” 

José Saramago, escritor português (1922-2010), in “Ensaio sobre a cegueira”, Ed. Caminho, 1995 
Prémio Nobel de Literatura,1998

13 agosto, 2015

Pétala nº 1174

“O tempo corre. Graças a ele, em primeiro lugar somos seres vivos, o que quer dizer: acusados e julgados. Depois, morremos, e permanecemos ainda alguns anos com aqueles que nos conheceram, mas depressa se produz uma outra mudança: os mortos tornam-se velhos mortos, ninguém mais se lembra deles e desaparecem no nada.” 

 Milan Kundera, escritor checo (1929-), in “A festa da insignificância”, Ed. D. Quixote, 2014

22 julho, 2015

Pétala nº 1152

“Os idosos sabem tudo sobre a sua morte, exceto exatamente quando vão morrer.” 

 Philip Roth, escritor- americano (1933-), in “Os factos”, Ed. D. Quixote, 2014

14 julho, 2015

Pétala nº 1145

“Uma pessoa compreende o mundo, pouco a pouco, e depois morre.” 

 Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “As velas ardem até ao fim”, Ed. Dom Quixote, 2001

04 junho, 2015

Pétala nº 1105

“Nem compreendes a vida. Como poderás entender a morte.” 

Confúcio, citado por Huston Smith, professor de religião chinês (1914-) in “A essência das religiões – Confucionismo e Taoísmo”, Ed. Lua de papel, 2014

16 maio, 2015

Pétala nº 1086

“Não temas tanto a morte mas sobretudo a vida desaproveitada.” 

Bertolt Brecht, dramaturgo alemão (1898-1956)

22 fevereiro, 2015

Pétala nº 1003

“A morte de uma criança é a única dor verdadeira. É com esta dor, única, que se comparam todas as outras.” 

 Sándor Márai, escritor húngaro (1900-89), in “A mulher certa”, ed. Dom Quixote, 2009

29 janeiro, 2015

Pétala nº 979

“Estranhamente, embora saibamos que vamos morrer, nunca acreditamos totalmente nisso.” 

David Lodge, escritor inglês (1935-), in “Até onde se pode ir?”, Ed. ASA, 2006

24 dezembro, 2014

Pétala nº 942

“… o facto de alguém estar morto pode querer dizer que não está vivo, mas não quer dizer que não exista.”

Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013

29 novembro, 2014

Pétala nº 917

“O facto de alguém estar morto pode querer dizer que não está vivo, mas não quer dizer que não exista.”

 Julian Barnes, escritor inglês (1946-), in “Os níveis da vida”, Ed. Quetzal, 2013